quinta-feira, 26 de julho de 2007

Isopor...

Essa é uma música singela de um compositor chamado Kleber Albuquerque.


Que a luz da lua escorra
Pela pele, pelos pêlos
E que raios de sol embaracem seus cabelos
Que a vida lhe dê muita saliva
Pra lamber sonho em carne viva
Que seu riso não tenha o mínimo pudor
Que os ventos soprem sempre a seu favor
Que você encontre a cama feita, a mesa farta
A casa em festa
Que a boa estrela grude no meio de sua testa
E que o mal tenha paredes de isopor
Tudo de bom



Adouro!

;-)

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Coisa de pele

Olha, sou mulher e gosto da minha condição. Mas tudo nessa vida tem limite. Essa semana gastei 160 reais com remédios e cremes para pele. Que saco! Além do dinheiro, ainda tem o agravante de ficar passando creme para dormir, creme para acordar, creme para viver!

Ah gente, não nasci pra isso. Tanto que deus já me fez com uma pele boa, moléstia a parte. O problema é que de uns tempos pra cá ela se voltou contra mim. E agora minha cara dá para ralar parmesão de tão áspera. Já procurei mil motivos para isso. Num sei se sofri uma mutação no DNA depois de velha ou se me baixou o cabloco espinhudo. Só sei que tá ruim.

Aí lá fui eu para a dermatologista tentar recuperar o estrago. Na primeira visita ela receitou sabonetinho, pomadinha e protetor solar. Ok. Até aí tava num nível aceitavel monetariamente e de utilização. Só que não resolveu. Aliás, piorou! Sem contar que o protetor solar é do tipo que tem que ficar na geladeira se não estraga.

Agora eu te pergunto, quem foi o gênio da cosmética que inventou um produto que deve ser passado no rosto 3 vezes ao dia, mas não pode sobreviver a mais de 5ºC ou 6ºC??? Só se eu comprasse uma bolsa térmica!

Bom, voltei na dermatologista, bem mais puta e pobre: Olha, nada resolveu. Preciso de uma solução. Pode ser até tarja preta, desde que resolva! Ela me passou uma nova leva de remédios, dessa vez "mais potentes".

E depois veio com um papo de limpezas de pele regulares e sessões de peeling com cristais. Péra, num exagera! Eu só consigo assimilar até a limpeza de pele. E nem vai ser tão regular assim.

Vou ter que concentrar todo meu foco para conseguir passar os cremes e tomar os remédios. Tô pensando até em comprar um GPS para conseguir seguir a posologia do antibiótico. É algo tipo toma três dias, descansa sete. Isso em séries de nove comprimidos. Me sinto na academia.

Resumindo, se depois disso não resolver eu desisto e vou pedir emprego de ralador no lugar de gente feliz.

:-P

terça-feira, 24 de julho de 2007

Viajando...

Que dia ruim, chuvoso, nublado...
Mas acabou. E para comemorar segue uma fofisse:



;-D

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Nota mental...

Prefiro ter um filho véia, do que um do departamento meteorológico!

Tira o pé da minha janta!

Pode ser também agiliza, pára de atrasar minha vida, num enche o saco...O importante é facilitar. Ou, pelo menos, parar de atrapalhar. Essa frase nem é minha, é de um amigo meu. O mesmo que propagou o "virado no sarapó" (É, ele é bom nisso).

Mas eu fiz questão de adotar, porque ela exprime muito do que eu sinto em alguns casos. Como, por exemplo, quando vou pedir alguma coisa de cunho trabalhístico por telefone e a pessoa lança "você pode mandar essa solicitação por e-mail?" Aaaaaai, TIRA O PÉ DA MINHA JANTA!

Depois do advento do e-mail ninguém mais resolve nada por telefone. Ok, é necessário documentar as coisas. Mas além de ser um saco, leva muito mais tempo para explicar tudo. E outra, a maioria dessas pessoas não lê os e-mails que pedem. É só mesmo pelo prazer de enfiar o pé na minha janta e não tirar nunca mais.

Só hoje eu tive que solicitar várias coisas por e-mail. Quanto vocês querem apostar que não terei nenhum retorno? Pelo menos, não no prazo que preciso.

Por isso eu digo e repito: TIRA O PÉ DA MINHA JANTA CACETE!

;-)

sábado, 21 de julho de 2007

A arte de criar...

Uma coisa eu tenho que admitir sobre ser mulher. Nós somos mestras na arte de criar. Independente da geração a qual pertencemos, somos sempre tão criativas. O problema começa quando usamos isso para o auto boicote (outra coisa que fazemos muito bem).

É assim, você se dedicou muito para entregar um trabalho para o seu chefe e ele não respondeu conforme o esperado. Em menos de 5 minutos você cria milhões de motivos (extremamente ruins) para justificar o retorno aquem das suas expectativas. Chega até a pensar que escolheu a carreira errada.

Tem também o problema com o conjuge. Esse sempre muito mais dramático, porque é onde a gente realmente se esmeira.

Você pergunta para o cara "tá tudo bem?" ele responde monossilábicamente: "tá!". Em 2 segundos sua cabeça elabora uma história bizarra (mas que para você é perfeitamente plausível) e conclui que seu namoro vai acabar em breve. Quando na real, seu mino só teve um dia ruim e não tá afim de falar sobre.

Você pode até negar. Mas é assim para todas. Às vezes menos, às vezes mais. Para umas menos, para outras muito mais. E a verdade é que se não tiver força de vontade para lutar contra a criatividade malígna que nos assombra, já era. Você vira uma louca paranóica que flutua no mundo das suas criações enquanto seus amigos te abanam loucamente lá da Terra tentando em vão te trazer para a realidade (pelo menos para aquela que a maioria das pessoas vêm).

Sim, as mulheres são loucas. E daí? Os homens são bobos!

:-P

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Amigo...

"A amizade nasce no momento em que uma pessoa diz para a outra 'O que? Você também! Pensei que eu era o único'."

-- Clive Staples Lewis

Segue uma fofisse. Eu levo super a sério essa música. Até choro um pouco as vezes quando ouço...



Pra vocês comparsas!
;-)

quinta-feira, 19 de julho de 2007

...

Ando numa fase pouco postante. Não sei o que é. Lógico que passada a histeria da novidade do blog em minha vida eu dei uma maneirada. Parei de hiperativizar os amigos descontroladamente para que lessem, relessem e comentassem (aqui e fora daqui).

Mas mesmo assim, essa fase que estou é diferente. Eu continuo escrevendo. Tenho vários posts no "Rascunho". Mas por algum motivo, não os finalizo nem posto.

Fico um pouco assombrada com aquele fantasma incoveniente do "você nunca dá continuidade a nada que começa". E ouço o eco das vozes de alguns amigos, que quando viram o Puf durar mais de um mês, falaram "Olha num botava uma fé que você tinha as moral de manter um blog".

Fico tensa, e me sinto obrigada a postar. Conseqüentemente broxo e não sai nada. E se sai eu acho impublicável. Talvez seja porque já escrevo por obrigação no horário comercial e o blog acaba sendo um scaps. E eu quero que flua sem dor. E se for com dor, que seja para ser sublimada por meio de palavras.

Não que eu tenha a pretensão da qualidade. Aliás, nem sei o que é bem como avaliar isso... Só não quero expor o que não me agrada.

;-)

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Frase do dia...

"Pra enterrar o defunto ou sair desse velório"
Camila Olivo

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Transformers fofisse!

É, às vezes bate uma mulherzisse!



;-)

sábado, 7 de julho de 2007

Licença, eu vou gorfar

Calma gente, não vou golfar. Nada de escatologia. É gorrrrfar mesmo! Fazer o que? Eu sou assim. Gente que gorfa. E você também, aposto! Se é meu amigo então, certeza!

Primeiro passo para saber se você é da equipe gorfo é se perguntar quantas vezes você se viu numa situação em que falou algo e o restante das pessoas (da equipe "levo a vida muito a sério") não entendeu ou não achou graça (o que acaba dando na mesma). Se já viveu isso acredite, você é gente que gorfa.

Outra traço de personlidade de quem gorfa é o sincericídio*. Você, como uma pessoa educada, bem nascida e criada tem bom senso e sabe que tem certas coisas que jamais devem ser ditas. Mas em alguns momentos sua boca ganha vida própria e quando vê já falou. Uma espécie de suicídio verbal!

Além disso, quem gorfa constuma andar com quem gorfa. Tipo uma Maçonaria. E olha que nem precisamos de código para nos reconhecermos entre os demais. É só colar do lado que já dá para se ligar se o fulano gorfa. A regra é clara: os iguais se juntam.

Geralmente, quem gorfa está no bolo mais animadinho. Independente do sexo, raça, nível social e religião. Se bem que religião conta um pouco sim. Porque gorfar é meio políticamente incorreto e exige um certo despudoramento, pra não dizer cara de pau. Tem que gorfar e segurar a onda depois.

Mas é isso, se você não gorfa, ainda dá tempo de mudar. Tente, você não vai se arrepender. Gorfar é libertador, além de ser um estilo de vida.

*Essa é uma criação da Tia Leila. Que também é gente que gorfa! Com classe é claro.

;-P

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Da série: Perguntas sem respostas...

Por que marcamos hora para consultas médicas se o que conta mesmo é a ordem de chegada? Pelo menos no gineco é assim...
Uma hora é meia de espera! Ô rancor!

domingo, 1 de julho de 2007

A histeria do iPhone

Às vezes eu me pergunto por que ficamos tão cegos diante das novidades. A semana passada, mais especificamente na última sexta, vivemos uma histeria coletiva, pelo menos no meu mundinho, por causa do lançamento do iPhone. O maldito telefone da Apple nem chegou no Brasil (e nem se sabe se vai chegar) e eu já não aguento mais ouvir falar nele.

Tudo bem, eu sei que ele é incrível. E quem sou eu pra meter o pau nas criações do seu Stev. Aliás, se um dia eu tiver a chance vou encomendar pra ele um iMan. Desing impecável, multi funcional, durável e de quebra não perde valor no mercado. Já pensou? Aí sim quero ver nega acampada na fila da Apple Store.

Mas devaneios a parte, esses ataques psicóticos em massa diante de qualquer coisa me irritam. Simplemente, porque perdemos o senso crítico. E isso vale para tudo. É febre do Orkut, é coqueluche (eita palavra cretina!) de Second Life... Ninguém nem sabe pra que serve, mas não se fala noutro assunto. Oh rancor!

É mais ou menos o mesmo efeito que acontece quando aparece uma carne nova no pedaço. Se a palhaça da figura é boa, todo mundo surta. Ninguém quer saber se o (a) fulano (a) é bacana. E só se fala nisso. Independente do gênero.

Eu mesma, quando resolvi parir o Puf estava assim. Tive uma nóia tardia por blogs. Tudo que eu fazia e pensava era um post. Eu tava quase vendo a vida em posts! Até que passou.

É, essa é a vantagem. SEMPRE passa. É meio como começo de namoro. Nessa fase você não consegue ver outra possibilidade na vida que não seja a de estar com o seu novo par. Até que a relação caminha, amadurece e vocês saem da histeria para uma relação saudável, onde um mais um continua sendo dois. Oh que bacana!

Uma hora todos se costumam com o iPhone e talvez até descubram as limitações dele...Eu espero. E assim a gente segue seguindo. Até que outra novidade aparece e a gente surta de novo.



;-)