quinta-feira, 20 de agosto de 2009

doze rascunhos

Doze rascunhos nenhum texto publicado. Não por nada, não por nada, mesmo. Nada de impublicável. Mas também nada de compartilhável. Só mais do mesmo. E do mesmo, mesmo. E quando não se tem mais do que samba e bossa pra dizer. Melhor calar. Deixar assentar. Parar. Mesmo porque tudo a minha volta se move, sem mim. Entre aspas. Porque eu nunca paro. Acontece. Mesmo que eu não queira, mesmo que eu queira que pare. Queria o devagar. Devagar em mim. Lento. Menos. Menos pressa. Menos palavras. Menos pensar. Menos supor pensamentos. Mas não dá.

Eu tento, mas não dá.