quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Imigrantes

Ok, esse é um papo bunda sobre um assunto mais bunda ainda. Mas ok, eu tô a fim de falar disso e caguei se é importante, quente ou interessante pra você. Até porque eu faço esse blog pra mim e tão somente pra mim. (Apesar de obrigar vocês a lerem sob torturas emocionais e enxurradas de links.)

Bom, vamos ao tema bunda. Eu tava no telefone com ela, quando nos tocamos de o quanto a nossa vida era difícil na infância. Digo, nossa vida comunicacional. Tá gente, eu sei que o mundo já teve água avonts e primaveras bem mais primaveris. Mas, por outro lado (Odeio esse termo. Mesmo! Então coloque aqui algo melhor porfa.), a gente pagava MEGA caro pra entrar em contato com quem a gente ama (ou odeia).

Sério! Vocês regulam comigo em idade (há, velhusco!), logo sabem do que tô falando. Nós nascemos no mundo do telefone público e da carta. Público porque era de adm pública. Ou sejE, caro pacarai! Ter uma bolota cinza na sua goma custava os zói da cara. Tanto que era o caso de ligar no vizinho e deixar um recado: avisa que tô passando!

Eu, como fui criada a muito leite com pêra tinha um 621-1788 em casa pra chamar de meu. Quer dizer, meu médio! Ele era mesmo é do Chico Barrigudo que regulava aquela porra a LOT. Meu, ele chegava a tirar da tomada quando eu me empolgava no chat!

Mas o tempo passou, e a coisa evoluiu e do Motorola bagaceira com meia hora de conversação a gente chegou no cuzão do iPhone. E agora quem paga a conta é você, mas ela é absurdamente mais barata e agente pode conversar de QUALQUER lugar. Até por aqui. E como comunicar é o meu forte, (veja, não disse que é bom, só disse que faço com afinco) amo muito tudo isso.

Então vamo que vamo. Trocando Idéia (ruim, é claro) via e-mail, blog, SMS, Twitter, Blip, MSN, gtalk e essa porra toda aí.

Ps.: assim como eu escrevi, leia esse post bunda ao som de Só liguei porque te aaaaamo. Não tem Blip? Vai fazer então, pô! Gente mais século XX!

Ps2.: não não é p play station 2. Só quero dizer que guardo cartas da minha adolescência como provas de que isso um dia existiu. Vou vendê-las no e-Bay.

Ps3.:que título de merda! Aceito sugestões...

3 comentários:

RodOgrO disse...

Cara, e difícil viver uma revolução tecnológica como essa para as novas gerações, nénão?? Tipo, só se inventarem teletransporte. Fico imaginando meus avós, que acompanharam da invenção da ELETRICIDADE até a internet. E tipo, antes de morrer uns 3 meses atrás, meu vô tinha celular e acessava e-mail. Putaquemepariudecalças!!!

Cãmi disse...

Opa, eu tb tinha um "disk trutas".. 712-82-62
hehehe

gremunhoz disse...

Amiga, esse foi eleito o post mais revoltado do puf verde. Quando li Imigrantes, claro que pensei na Campus Party, aaaaahhhhh, q horror!
Depois pensei que fosse algo sobre imigrantes chegando ao país, nossos bisavós, aquela coisa toda. Por fim você me fez lembrar que nunca tive uma bolota cinza em minha casa, era artigo de luxo que custava quase o valor de um carro usado, se não a mesma coisa. Não, eu ainda não entrei no blip e nem tenho entrado no twitter. Impressionante como trabalhar para o mundo on-line pode te obrigar a ficar offline... bjuuuuu