terça-feira, 16 de setembro de 2008

Explicação cinetífica...

...para a jukebox do inferno:

O que nos faz ficar com uma música na cabeça, e por que essa música é invariavelmente horrível?
De acordo com o neuropsicólogo Daniel Fuentes, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, há várias explicações para a "música chiclete". Uma delas está relacionada à memória afetiva. "Um dos nossos processamentos de memória mais fortes é o da afetiva, ou seja, aquela que evoca algum tipo de emoção", explica Fuentes, "As músicas chatas também mexem de alguma forma com a pessoa, pois a irritação é uma forma de emoção, e tendem a ficar mais fortemente gravadas". Assim como as canções irritantes, a memória também guarda as que fizeram parte de um momento importante, como começo ou fim de namoro, ou uma fase da vida.

Fonte: Guia dos curiosos

4 comentários:

Joaninha disse...

E aí dá-lhe banda Yahoo, música-tema de par romântico em Bebê a Bordo, quando a Cláudia Abreu ainda era péssima atriz: "Eu não quero tocar (tôca) em você, Oh!, baby / E fazer seu jogo vai me deixar loucooo-úu-úuu"

E olha que esse exemplo nem é dos favortos! Ah, vá, é sim!

Adegesto Pataca disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Adegesto Pataca disse...

Vou pedir uma explicação pra esse tal de Dr. Daniel Fuentes do porquê eu fiquei cantando "Pou-pan-çu-do da Caixa" repetidamente durante uns dois meses. Malditos jingles!
Beijos!

Lu disse...

pô, não gostei da explicação! principalmente pq as músicas dos candidatos à prefeitura de POA que eu NÃO vou votar são justamente as que colam em meu cerebelo... pode? e a da minha candidata não lembro nem se me colocarem no pau de arara
ninguém merece!