sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Em 2007

Teve amigo que descobriu o amor
Amigo que viveu a dor desse amor acabar
E amigo que viu que amor mesmo nunca acaba

Teve amigo que viajou e gostou
E o que gostou da idéia e decidiu viajar.
Mas teve também amigo contente em voltar
e outros que decidiram ficar por lá.

Teve amigo que casou e mudou de País
E amigo que se juntou e mudou, não oficializou
e mesmo assim tá muito feliz

Teve amigo que comprou casa própria
e amigo que decidiu ter sua própria casa.
E teve aquele que optou pelo regresso

Teve amigo que viu o mundo cair,
mas teve muito mais amigos para ajudar a reconstruir.

Teve também amigo que lutou para mudar o mundo.
E teve amigo que mudou de emprego,
de cidade e de vida.
E teve amigo que viu seu mundo mudar.

Mas o mais importante de tudo isso
Foi ver mais um ano passar
Com uma vida cheia de amigos.

Feliz ano novo para todos vocês meus queridos!

;-)

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Campanha: Aposenta Brasil!

Já que a iniciativa não é espontânea, decidi criar a campanha de incentivo Aposenta Brasil! O objetivo é que pessoas que já não têm mais com que contribuir para a sociedade parem de diluir a obra e abracem a Previdência Social.Isso pode inlcuir, celebridades, políticos e anônimos.

Vou começar a lista. E se você tiver alguma sugestão mande.

Nizan Guanaes: na verdade, este ilustre publicitário baiano foi o muso inspirador desta campanha. Isso porque, inspiração é o que tem faltado a sua equipe. Alguém, por favor avisa que Zeca-Feira, Zeca-hora e qualquer outra variante disso NÃO CONVENCE! Será que ele espera MESMO que as pessoas falem nas redações, agências e repartições: "Gente, vamo embora! Hoje é Zeca-Feira e já passou da Zeca Hora!" É tipo o Banbucha da Fanta. Alguém lembra? Pois é!

Bragão: Eu gostava muito da Ana Maria Braga (nem ligo para o que podem pensar), desde os tempos do Note Anote. Mas recentemente a coisa desandou e o programa virou pura apelação. Assim não dá minha gente!

Serginho Groisman: O eterno jovem. Ele tá mais plissado que um maracujá de gaveta e ainda insiste em falar a língua dos imberbes. Que preguiça!

Xuxa: A resposta brasileira ao Michael Jackson. Vive na Terra do Nunca logo, pensa que ainda é criança. Por mais que o ibope dela desça abaixo do nível do mar ainda insiste nessa coisa de Rainha dos Baixinhos. Só se for dos Hobbits.

"Amigo" do Pedrinho: O pobre do Pedrinho já deve ter uns 25 anos e com certeza deixou de ser amigo desse mala que só queria ir na casa dele pra defecar. Bem que a Gleides podia nos poupar...

Britney, a Spears: por motivos óbvios!

Capitão Nascimento: ok, ele mesmo já se aposentou, mas tem gente que ainda insiste na piada. Nas confraternizações de fim de ano (do trampo, amigos e família) sempre tem um infeliz pra mandar um "pede pra sair". Chega, a piada já tá over!

Regina Duarte, Vera Fisher, José Mayer, etc: Não, eles não são mais galãs. Ou aposenta ou assumam papéis coerentes com as suas idades.

Bom, você pode participar também indicando nomes para engrossar a lista da previdência social. Aposenta Brasil!
:-P

domingo, 9 de dezembro de 2007

Carência tecnológica

Sim, eu sofro de carência hightech. Aliás, eu ate reluto em aderir a novas tendências da tecnologia por isso. É um caminho sem volta.

Se eu passo um dia sem receber um e-mail, no meu endereço pessoal, é claro, eu fico triste. E não vale mensagens encaminhadas ou mandadas para zentas pessoas. Eu preciso de e-mails direcionados exclusivamente pra mim, não importando o assunto. ADOURO!

Outra coisa que dá carência é passar um dia inteiro sem que o celular toque. Que sensação de abandono! SMS tb serve. O importante é alguém lembrar de você e expressar isso tecnologicamente.

Poxa, com tantos meios de comunicação vigentes, não tem motivo para ser ignorado por um dia todo. A não ser que ninguém goste ou se lembre de você. Olha só que desespero!

Tem dias que só o Submarino te manda lembranças. Oh vida ruim!

É por isso que eu digo: sofro de carência tecnológica. Consequentemente exijo de vocês, meus amigos, e-mails, SMSs, ligações, coments, quiçá até scraps!

:-P

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Quem Sabe

Los Hermanos

Quem sabe o que é ter e perder alguém
Quem sabe o que é ter e perder alguém
Quem sabe o que é ter e perder alguém
Sente a dor que senti
Quem sabe o que é ver quem se quer partir
E não ter pra onde ir

Faz tanta falta o teu amor e te esperar...
Não sei viver sem te ter
Não dá mais pra ser assim

Quem sabe o que é ter sem querer pra si
Não quer ver outro em mim
Não fala do que eu deveria ser
Pra ser alguém mais feliz

Faz tanta falta o teu amor e te esperar...
Não sei viver sem te ter
Não dá mais pra ser assim

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

=

Não há um ditado mais equivocado no planeta do que "os opostos se atraem". Isso só vale no caso das pilhas. E para contestar essa máxima eu digo: os iguais se juntam!

Eu acredito que exista uma força eletromagnética que interfere capaz de alterar as leis universais fazendo com que pessoas parecidas se unam mesmo sem querer.

É sempre assim! Seja numa coletiva de imprensa, na fila do banheiro, no estádio de futebol, num séquito até Aparecida do Norte no dia 12/10 ou numa escalada ao Everest, os afins vão se unir. Talvez por um momento, talvez pela vida.

Preste atenção a sua volta. Os seus amigos, com certeza, são pessoas parecidas com você. É gente, a vida é assim: malucos andam com malucos, coxinhas andam com coxinhas, hippies com hippies, micareteiros com micareteiros (graças!) e assim o barco segue em plena harmonia.

Em se tratando de acasalamento, essa tese atinge o máximo de sua confirmação. É tão lindo ver aqueles casais que, mesmo se um tivesse nascido no Nepal e o outro numa colônia alemã no interior de Santa Catarina, eles se encontrariam. É a lei dos iguais sem juntam!

A mesma teoria explica o fato de você nunca ter ficado amigo daquele cara que senta perto de você no trabalho ou na faculdade. Mesmo depois de 3 anos se vendo todos os dias, vocês não conseguiram emplacar uma amizade de sucesso. E às vezes, você até se questiona porque não rolou. A resposta é simples: os iguais se juntam e os diferentes não!

E tem mais. Eu aconselho a não forçar a barra. Fazer coalisões com seres muito diferentes dá merda!

À beça!

:-D

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Miedo

Composição: Pedro Guerra/Lenine/Robney Assis

Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienem miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienem miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tienem miedo de subir y miedo de bajar
Tienem miedo de la noche y miedo del azul
Tienem miedo de escupir y miedo de aguantar
Miedo que da miedo del miedo que da

El miedo es una sombra que el temor no esquiva
El miedo es una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor

Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá

Tenho medo de ascender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como un laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar

Tienem miedo de reir y miedo de llorar
Tienem miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienem miedo de decir y miedo de escuchar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor

El miedo es una raya que separa el mundo
El miedo es una casa donde nadie va
El miedo es como un lazo que se apierta en nudo
El miedo es una fuerza que me impide andar

Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo

Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão

Medo de fechar a cara, medo de encarar
Medo de calar a boca, medo de escutar
Medo de passar a perna, medo de cair
Medo de fazer de conta, medo de dormir
Medo de se arrepender, medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez

Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo... que dá medo do medo que dá
Miedo... que da miedo del miedo que da

:-0

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

O mundo é sem noção

Por que? Por que? Por que?

Essa é uma pergunta que me faço todos os dias. Isso porque, pelo menos uma vez por dia, sou atingida pela falta de noção alheia. Num é prepotência não. Até porque a noção também me abandona às vezes.

Mas graças a Nossa Senhora de Guadalupe (viva lo México!) eu tenho amigos para me trazer para a realidade e me impedir de mergulhar de cabeça no raso mar da falta de de bom senso.

Mas tem gente que não, não tem noção, nem uma boa alma que os alerte. Aí saem pela vida nos obrigando a engolir absurdos sem nem se quer se tocar disso.

Ah como é terrível lidar com a falta de noção alheia. Poxa! Será que é tão difícil pensar que seus atos vão influenciar DIRETAMENTE na vida daqueles que o cercam???

Será que você, nem de longe, nem por acaso, já ouviu falar na teoria do Caos? Aquela da asa da borboleta? Não?

:-S

Mas o rancor não deixaaaaa....

Hoje eu acordei no meu nível máximo de rancor. Nem sequer me lembro da última vez que fiquei assim. E o pior, não tenho nem a desculpa da TPM. Só sei dizer que tá tudo ruim.

Lógico que tenho motivos para toda essa raiva e posso até citar alguns:

- pela primeira vez na minha vida eu estou descascando. É serio, tomei sol sem protetor (é, eu sei que é burrice) e torrei. Como sou negra nunca tinha passado por isso. Minha pele tá horrivel! E eu to mal.

- hoje já é dia 30 e o meu 13º não caiu ainda.

- caiu o salto de dois sapatos meus essa semana.

- eu odeio a TV Digital.

- tô triste por causas pessoais que não vêm ao caso.

- amanhã é 1º de dezembro e AINDA TÁ FAZENDO FRIO, CARAIO!

- eu quero fazer milhões de coisas, mas só tem mais 2 finais de semana até as festas.

- eu to com saudade da minha mãe e do meu pai!

- tô no meu inferno astral.

Por hora são essas as queixas. Se eu lembrar mais eu posto.

:-|

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Da série...

Parafraseando o Kibe Loco na série notícia ou ameaça:
Os Jackson Five vão voltar. E COM o Michael!

Como assim?

Overdose de calcinhas


Não, não vou parar de usar roupas de baixo. Aliás, tenho muito apreço pelas minhas. Tanto que não costumo sair de casa sem elas e nem ficar exibindo as por aí. (Tudo bem, que se o fizesse o impacto não iria além da minha roda de amigos).

Mas o que quero dizer é que já cansei das notas sobre fulanas exibindo suas calcinhas por aí. Em uma semana acho que foram umas 10 famosas, ou nem tanto, com suas calcinhas "acidentalmente" fotografadas. Ahã, sei!

Lume a de Oliveira, Adriane Galisteu, Juliana Paes, Luana Piovane, Flávia Alessandra (que agora resolveu ser safada) Viviane Araújo (Gente, quem ainda não viu a calcinha dessa moça? Aliás, o que está de baixo dela tb). E hoje a gota d'agua foi a calcinha da Ellen Jabour (maaala) no prêmio xigaret. Ai que preguiça!

Qual é? Existe um convênio entre a indústria de lingeries e a imprensa de fofoca?? Ou será só mais um recurso para a falta de assunto e de sucesso?

Ah minha gente, vamos mudar o lide! Duvido que vcs conseguem passar pelo menos uma semana sem dar uma nota se quer sobre a calcinha de alguém?! Tá lançado o desafio!

Sim, eu consumo notícias de celebridade. Aliás, eu consumo notícias. Trabalho com isso. Fico o dia todo online lendo quase tudo que aparece na minha frente.
E acho que tenho o direito de manifestar meu incômodo ao ver na home dos grandes portais as calcinhas das famosas e aspiras.

Isso quando o foco não é falta delas (das calcinhas). O que tb nem é novidade. Porque a maioria já exibiu a perseguida em revistas de nú artísticoBARRAginecológico. Tipo, quem ainda não viu a pixirica fora de forma da Britney Spears??? Só a Kátia!




Ah pára, ou!
:-/

domingo, 25 de novembro de 2007

Já dizia Pollyanna

"Ai meu Deus, eu quebrei um braço. Bom, pelo menos o outro ainda está saudável". Esse é o conceito Pollyanna. Para essa mala literária, tudo, mas TUDO mesmo, tem um lado bom. E eu li! Os três livros da série! E só hoje posso ver o quanto a maldita me infectou.

Eu acho que tudo não passou de um plano nazista da minha mãe, para me controlar sempre que eu queria promover um motim contra algo que não dava certo. E ela conseguiu. Não a Polly, a minha mãe.

Incoscientemente essas publicações água com açúcar se incutiram na minha mente perversa fazendo de mim um ser altamente positivista!

É sério! Eu num posso evitar. Sempre que dá uma merda, tô lá eu falando pra mim mesma ou para os cercantes: Calma, vai dar tudo certo! Ou: não fica assim, você poderia ter se fodido com aquilo tb!

Que saco!

Chega! Esse post é pelo direito de rancorizar! De reclamar quando tudo dá errado e praguejar até a décima geração.

Ok, eu entendo que a palavra tem poder energético. Mas engolir tudo passivamente dá cancer! Então é isso, a gente segue rancorizando. Mas sem guardar rancor no coração. Ah vá, um pouco pode.

PS.: é pra reclamar só quando der merda MESMO. Se vc se perder no limbo da lamúria vira um mala. Aí num vale!

PS.: para os rancoristas de plantão eu indico o mais novo: Rancorizando. Manda bala!

:-P

...

É lindo, puro e doloroso, mas é real!

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Seu Jorge da vez

Mas eu gosto. E daí?



:-)

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

O monstro da falta de foco

Ele é mais assutador que a Loira do Banheiro, o Homem do Saco e até mesmo a Cuca. Quando ele aparece não há o que você faça para o mavon ir embora.

Imaginários populares a perte, eu temo mesmo é o Monstro da Falta de Foco. E aposto que você também.

Visualize comigo: É sexta-feira e você está no trampo. Isso depois de ter exagerado um "pouco" na breja pós trabalho (eu ainda me recuso a escrever HH) na quinta. Para completar o quadro da dor sem a moldura você decide abraçar a idéia daquele seu colega e manda ver um almoçinho capaz de fazer qualquer vegan desencarnar.

Resumindo, come um boi feito um boi. Depois, de volta ao trabalho, adivinha quem está na sua mesa pronto para dominar o seu corpo e a sua alma? Ele! O Monstro da Falta de Foco.

Desse momento em diante você deixa de existir para o mundo. Qualquer coisa o distrai. Até um e-mail em PPS com mensagens budistas que você recebeu em agosto de 2005 parece uma idéia melhor do que trabalhar.

E você segue enrolando. Fazendo tudo, menos o que deve. Qualquer passante serve para um dedinho de prosa e até as músicas abssais das profundezas do seu iTunes você resolve ouvir.

E para cooperar, cada vez que você olha no relógio o ponteiro parece congelado nas 15 pras 4. Exatamente a hora em que você voltou do almoço.

O pior é tentar disfarçar. Porque a essa altura, seu chefe já se ligou que você num tá querendo nada com o batente. Eu nem tento. Já logo aviso que estou possuída e procuro fazer piadas ruins para, pelo menos, entreter o ambiente.

E cuidado, o Monstro da Falta de Foco também costuma impregnar nas vésperas e segundas-feiras* pós feriados, na TPF (tensão pré férias) ou TPF (tensão pós férias) ou em outros momentos quando qualquer coisa é mais interessante do que seu trampo. Isso inclui o mês de dezembro inteiro, a véspera do carnaval e a quarta-feira de cinzas. Tem coisa mais inútil do que o meio período que trabalhamos pós carnaval???

Mas atenção, se você ficar possuído por muitos dias seguidos é hora de rever seus conceitos...

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Epidemia


Bom, agora vai! Fiquei um boooom tempo sem postar. Cheguei até a pensar que tinha perdido o gosto pela coisa. Mas não. Foi só um período de seca criativa. E outra, foi só o rancorômetro apitar que eu corri pra cá para gorfar. E dessa vez, o meu rancor é com a moda franja.

Gente, onde que eu tava que de repente TODO o planeta (a nível de Brasil) resolveu cortar franja? Até o yorkshire da minha vizinha tá desfilando pelo prédio com uma bem farta!

Eu já vinha notando a coqueluche há algum tempo entre as descoladinhas. Mas agora todas as globais caretonas viraram franjudas. Pude constatar que não tava sozinha nesse rancor quando li sobre a peste franjal na TPM de outubro.

E hoje foi a gora d'água! Quando eu vejo a foto do Ivetão na home do UOL, com seu novo namorado bósnio (é, eu também não sabia que eles, os bósnios, não eram só uma criação do inconsciente coletivo) ostentando seu franjão no tapete do Grammy Latino.

Tudo bem, não dá para considerar muito uma balada que já premiou historicamente gente do cacife do Alexandre Pires. É cafona, ponto!

Mas PADD, se você não tem menos de 10 anos, pense e repense antes de meter um franjão na testa. Definitivamente NÃO é para todo mundo que fica bem. A Ivete tá aí para provar. Além do que, eu concordo com a Nina Lemos, não é muito bacana ficar com cara de todo mundo.

D:-)
(oh eu de franja)

sábado, 3 de novembro de 2007

O retorno

Oi fiéis leitores do Puf. Depois de 20 dias de ausência bem justificada (eu tava de férias! eeeeeeeee!) volto pra cá com uma puta saudade e com uma certa preguiça.

Prometo retomar as sequenciais baboseiras que costumo postar aqui. Mas como estou muito devagar ainda, vou mandar um vídeo do Você Entuba (essa é a minha tradução). Essa música diz tudo sobre o momento que estou vivendo.

Segue...



Somo Nozes!

;-D

sábado, 13 de outubro de 2007

Finalmente...




Cruisin' Lyrics (Gwenyth Paltrow)


Gwenyth Paltrow - Cruisin' Lyrics


Baby let's cruise
Away from here
Don't be confused
The way is clear

And if you want it, you got it forever
This is not a one night stand, baby

(Chorus)

Yeah so,
Let the music take your mind
Just release and you will find
You're gonna fly away
Glad you're goin' my way
I love it when we're cruisin' together
Music is played for love
Cruisin' is made for love
I love it when we're cruisin' together

Baby tonight
Belongs to us
Everything's right
Do what you might
And inch by inch we get closer and closer
To every little part of each other
Oh, baby, yeah

(Chorus)
So let the music take your mind
Just release and you will find
You're gonna fly away
Glad you're goin' my way
I love it when we're cruisin' together
Music is played for love
Cruisin' is made for love
I love it when we're cruisin' together

Cruise with me, baby
Oooooohhh yeah
Oooooohhh (ooh, ooh)
Oooh baby let's cruise
Let's float
Let's glide
Ooh let's open love
And go inside

And if you want it, you got it forever
I could just stay here beside you and love you, baby

(Chorus)
Let the music take your mind
Just release and you will find
You're gunna fly away
Glad you're goin' my way
I love it when we're cruisin' together
The music is played for love
Cruisin' is made for love
I love it when we're cruisin' together

You're gonna fly away
Glad you're goin' my way
I love it when we're cruisin' together
Music is played for love
cruisin' is made for love
I love it when
I love it
I love it
I love it

(Oh)
(Cruise with me, baby)
(I love it when we're cruisin' together)

Inspiração do Patrik!

;-D

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

O dia que você acorda magra

Não sei bem de onde vem esse efeito. Ele pode acontecer depois de uma noite sem jantar e cinco sem cerveja ou no fim da menstrução. O importante é que acontece!

Você está lá, relativamente bem no seu peso médio de médioBARRApesado, (que as vezes não te deixa tão bem assim, mas ok) quando um belo dia acorda magra. É assim mesmo, de repente você acordou se sentindo magra. Pelo menos, mais magra que o de costume. Detalhe , isso acontece com todas nós, mamíferas de médio a grande porte.

ATENÇÃO: Se você é naturalmente (e irritantetemente) magra pare de ler esse texto agora, se não eu te mato! E olha que eu sei quem lê. Eu tenho Google Analytics!

Voltando. O dia de magra é como ganhar um presente de Natal fora do Natal. Ou seja, a euforia é tanta que você decide ousar e colocar aquele jeans (sem stretch) que geralmente entra, mas num fecha legal. E pensa: urruuuuuuu! E vai pra vida com cara de "hoje eu tô gostosa".

Assim que você toma o café da manhã (na rua, claro) começa o desconforto. Até que chega a hora do almoço. Você intencionalmente decidida a se manter "hoje eu tô gostosa" pensa convicta em abraçar uma salada de rúcula com tomate cereja e lascas de queijo branco (ahaaa, tava pensando em parmesão, né maldita!?).

Mas logo, seus colegas de firrrma agitam o bonde do parmegiana. Pode ser da feijoada ou virado à paulista também.

Momentos de tensão! Mas você, que é mais sociável do que convicta, ignora a salada mental e cola no bonde da comilança.

E vai, e sem culpa, e come! Aaaah mas como come essa garota! e ainda gruda na Coca LightBARRAZero para pagar de dietista e abrir uma janela para a consciência.

Vinte garfadas depois você começa a suar. E o desconforto, aquele mesmo do café da manhã, volta e com muitos amigos. E nessa hora, o jeans, aquele sem stretch, vira seu inimigo JURADO de morte.

E com o suadouro, bate o arrependimento inversamente proporcional a sua empolgação matinal. Resultado, você tem o dia mais incômodo da sua vida. Paga micos sequenciais por estar com o botão aberto. Até que se rende e vai em casa trocar de roupa antes de ir para o bar com o pessoal do trampo (me recuso a escrever happy hour). Porque depois da fejuca, amiga, abraçar a breja só pode resultar em uma coisa: explosão.

Ps.: baseado em fatos verídicos e inspirado por minha amiga Ludi, a Mila!

:-O

Bolinho de camarão cremoso

Memorize esse nome. Pronto? Agora vá até o bar do Veloso, na Ana Rosa, em frente a caixa d'água e sente numa mesa (é difícil conseguir uma, mas a espera vale a pena).

Agora chame o Wil e peça uma, duas, três, até quatro se for o caso e a fome, porções deste bolinho sagrado. Eu prometo que você nunca vai esquecer a experiência da casquinha crocante que envolve a massa macia se desfazendo misturada a um pequeno mar de CATUPIRY (memsmo)derretido na sua boca. Tudo isso arrematado, em grande estilo, pela estrela principal do petisco, nada mais, nada menos que ele, o camarão!

F-O-D-A!

Mas se prepare, porque depois dele, os outros petiscos serão só os outros e só!

Para acompanhar você pode escolher um sabor entre as melhores caipirinhas de SP. Tem frutas vermehas, morango, carambola, lima da pérsia, jabuticaba, tangerina...ai ai ai. Qualquer uma delas eu garanto. E olha que nem de caipirinha eu gosto.

;-P

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

O que é uma pessoa sem amigos??

É aquela que numa balada onde tem breja de garrafa, bebe long neck.
Ou seja, tem algo mais sem amigos no planeta do que não ter NINGUÉM para dividir uma ampola gelada??

;-)

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Mahna Mahna

Disparado uma das coisas mais incríveis do planeta!



:-O

terça-feira, 2 de outubro de 2007

O que pode ser pior...

..que uma dose de Campari, um CD da Bjök e acampar?
NADA!
A não ser que você esteja dentro de uma barraca, ouvindo Björk e tomando Campari.
Pra virar inferno mesmo, pra mim só falta estar frio...




Volta pro Alaska Eskimo!
:-O

Rótulos

É, vivemos num mundo de rótulos. Tem o playboy, o maconheiro, o cafona, o descolado, o emo e o indi... Eu, graças a deus, já passei da fase de tentar me encaixar em um deles. Afinal, a gente tem que amadurecer em algum aspecto nessa vida.

Mesmo assim acredito que as pessoas deveriam vir com rótulos. Não no sentido citado acima. Tipo roqueiro, surfitsa, cult ou qualquer outra coisa. Penso em algo mais direto e reto, como: cafajeste, vingativa, fofoqueiro, galinha, mentirosa, interesseira, falsa...

Seria tãaaaaaaao mais prático. Tipo como no lance do douro, só que bem mais explícito. Por exemplo, você conhece um (a) fulano (a), de cara já vê uma etiqueta com as descrições.

João: filho único de mãe judia, folgado, machista, possessivo e ciumento. Pra ele lugar de mulher é na cozinha e calada! Vai te comparar com a mãe dele a todo momento e esperar que você seja tão boa dona de casa quanto ela e tão virgem idem. Nem transar com você ele quer. Afinal, ninguém transa com a mãe (pelo menos não devria).

Maria: interesseira, se formou em pedagogia (ou publicidade para as mais descoladas) porque não tinha nada melhor pra fazer enquanto esperava um marido (rico). Vai te trocar pelo primeiro cara com mais grana que aparecer na vida dela. Ou pior, manter os dois. Ah, detalhe, sua mãe vai adorá-la, afinal, ela nasceu para ser nora!

Não seria genial? Isso evitaria tantos equívocos...

;-D

domingo, 30 de setembro de 2007

Nota mental

Ontem eu assisti o "Diabo Veste Prada". Conclusão: eu quero ser o diabo! E vestir Prada, Gucci, Dolce & Gabbana, Valentino, Dior...

Sim, AMO roupas caras e lindas! Mas num tenho acesso!
Eita mundo desigual, tudo é tão desigual ôôôôôôôôô!

Comunismo café-com-leite a parte, é isso. Me atire a primeira pedra aquela que não quer incendiar o próprio guarda-roupas depois de ver esse filme.

E não me venha com papo anti futilidade. Peeeeeeen! Mentira! Porque, no fundo, tudo que você quer é uma roupa que te deixe linda! E nem é tão fundo assim...

:-P



terça-feira, 25 de setembro de 2007

Dourado, use com parcimônia!

Eu sempre cultivei um preconceito ao douro. Mas de uns tempos pra cá a Jô, minha gêmea branca, me convenceu de que a cor do Midas tem lá seu charme e elegância. E é verdade! Tanto que me deu vontade de abraçar o douro.

Resolvi sair em busca de objetos para consumar isso. Durante a saga, encontrei muita coisa legal, mas concluí algo importantíssimo. O douro não é unânime, nem básico, muito menos fácil de segurar. Pode sim ser bem bem elegante. Mas a linha que o separa da cafonice descontrol é extremamente sublime. Quiçá imperceptível.

Por mim, as peças douradas deveriam vir com um selo do Conar escrito em letras garrafais: DOURADO, USE COM PARCIMÔNIA!

Indo mais além. Eu não sou nehuma autoridade em moda, nem tenho a menor pretensão de ser. Só acho que bom senso é essencial pra qualquer ser humano nessa vida e nunca é de mais. Pelo contrário, costuma faltar sempre.

No quesito vestimenta então, nem se fala. Nego confunde moda com ditadura e abraça a causa da vitrine sem o mínimo de quetionamento. Por exemplo, não é porque todas as revistas e lojas do mundo dizem que está suuuper usãããnnndo que você TEM que usar.

Entenda, PADD, os limites do seu corpo e não seja cretino! Saia de casa com o que realmente te favorece. A não ser que você seja a Gisele Bündchen, acredite, há restrições!

E outra, é melhor ser um OUT discreto do que um IN chamativo. Minha mãe sempre diz que é melhor passar batido do que chamar atenção pelo ridículo.

É sério!



Ps.: Perceba que até vestida com um jato d'água a cretina fica bem.

;-)

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Maxi regataaannn

Mais uma da série pessoas sem noção.
Tem gente que prefe sair perdendo só para provar um ponto.

Eu e Patrik fomos dar aquele rolê despretensioso no shopping Center 3. Onde aos domingos rola uma ferinha bacaninha que de vez em quando rende umas comprinhas honestas e até originais. E no meio do nosso domingo aconteceu um dos momentos mais sem noção que eu já vivi comercialmente falando. E olha que tenho bons quilômetros rodados por corredores de shopping na vida.

Segue:

Patrik, que já estava meio de ovo virado, finalmente gostou de algo: Olha que linda essa blusa! Acho que dá para usar como vestido né?

Bob: É mesmo, acho que pra você nem vai ficar tão curto. Experimenta! A estampa é linda!

Vendedora: É, experimenta. O provador é aqui atrás.

Patrik entra no provador e experimenta a blusa por cima da sua própria roupa (uma blusinha e uma saia jeans).

Bob: Nossa ficou lindo, e nem tá curto. A estampa é ótima!

Patrik meio reticente: Você acha mesmo?

Bob: Sim, tá no mesmo comprimento da sua saia. Super ok! Tira a saia para você ter uma noção.

Patrik se anima entra no provador e tira a saia para avaliar melhor.

Nesse meio tempo surge o "estilista" criador da obra e lança: Isso não é um vestido! É uma MAXI REGATAAAAAN!

Patrik ignora solenemente o "estilista", ou melhor, todas nós ignoramos, inlcusive a vendedora que responde: Mas dá para usar como vestido.

Mas o "estilista", nao satisfeito, vai até a arara pega o vestido de verdade e insiste todo dono da verdade: Esse é o vestido, tem um corte evazê. Essa é uma Maxi Regataaaan!

Bob olha pra ele e diz: Mas quem compra que decide...(achei melhor não falar)

O "estilista", por sua vez, persistente até o fim: Essa Max Regataaan vai usar muito no verão com legging...

Oh! Que novidade! Vc tá se referindo ao verão passado né? Pensamos todas ao mesmo tempo com a capacidade de transmissão de pensamento que só as mulheres amigas têm.

Por fim Patrik tira a MAXI REGATAAAN, pendura na arara, fuzila com rancor o estilista e solta: Obrigada!

Resumindo, pra provar que uma blusa cumprida idiota não é um vestido, o imbecil deixou de ganhar dinheiro!
Mas em compensação provou seu ponto.
Oh que vantagem!

:-/

ACABOU!

Só para constar: O INVERNO ACABOU!

Isso mesmo. Você que, como eu, ama o verão e considera 25ºC uma temperatura amena, pode agarrar o seu rojão de 10 tiros e comemorar!
Ainda não é o verão, aquele do jeito que o diabo gosta, mas a primavera já começou a sorrir oficialmente. Ontem já nos brindou com um sol de 35ºC na Av. Paulista!

Ô geliça!
Tim tim pra vc tb!

;-D

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Morena D'Angola

Pois é, depois de querer (e desistir rapidamente) ser um smurf eu me lembrei que sempre quis mesmo é ser a Morena D'Angola. Essa mesmo, do post anterior, do Chico, o Buarque, cantada pela Clara, a Nuuuunes.

Ai como eu adoro essa música! Minha mãe cantava pra mim antes de dormir (o que explica muita coisa). Mas a verdade é que a Morena D'Angola é o máximo. Ela tem um chocalho na canela e causa furor quando passa balançando o acessório. Ela vai chocalhando no caminho pro trabalho e batuca na panela durante o trampo...

Segue:

Morena de Angola

Chico Buarque
1980

Morena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela
Será que ela mexe o chocalho ou o chocalho é que mexe com ela
Morena de Angola que leva o chocalho amarrrado na canela
Será que ela mexe o chocalho ou o chocalho é que mexe com ela

Será que a morena cochila escutandoo cochicho do chocalho
Será que desperta gingando e já sai chocalhando pro trabalho

Morena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela
Será que ela mexe o chocalho ou o chocalho é que mexe com ela
Será que ela tá na cozinha guisando a galinha à cabidela
Será que esqueceu da galinha e ficou batucando na panela

Será que no meio da mata, na moita, a morena inda chocalha
Será que ela não fica afoita pra dançar na chama da batalha

Morena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela
Passando pelo regimento ela faz requebrar o sentinela

Morena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela
Será que ela mexe o chocalho ou o chocalho é que mexe com ela
Morena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela
Será que ela mexe o chocalho ou o chocalho é que mexe com ela

Será que quando ela vai pra cama a morena se esquece dos chocalhos
Será que namora fazendo bochincho com seus penduricalhos

Morena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela
Será que ela mexe o chocalho ou o chocalho é que mexe com ela
Será que ela tá caprichando no peixe que eu trouxe de Benguela
Será que tá no remelexo e abandonou meu peixe na tigela

Será quando fica choca põe de quarentena o seu chocalho
Será que depois ela bota a canela no nicho do pirralho

Morena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela
Eu acho que deixei um caho do meu coração na Catumbela

Morena de Angola que leva o chocalho amarrado na canela
Morena, bichinha danada, minha camarada do MPLA




;-)

Escolha de sofia...

Sambar ou não sambar...Eis a questão!




Sambar, é claro!
;-D

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Rave pra mim também é churras!

Só para constar. O Patrik lançou essa máxima depois de termos ficado 12 horas na casa de uma amiga com outros malucos bebendo, comendo carne, bebendo, cantando música ruim à capela e bebendo mais um pouco.

Pois é, essa é a única forma de ficar tanto tempo numa balada!

;-D

domingo, 16 de setembro de 2007

Eu queria ser um smurf


Ontem o Laértico fez uma citação aos Smurfs. Mais especificamente ao Smurf ranzinza: "Eu odeio amoras silvestres!". Eu fiquei com isso na cabeça e comecei a enumerar as vantagens de ser um Smurf.

Eu amo amoras silvestres.
Não pagaria aluguel, porque minha casa seria um cogumelo vermelho de bolinhas brancas.
Todos os problemas seriam resolvidos pelo Papai Smurf.
O maior perigo seria ser perseguido e pego pelo Gargamel, um mago atormentado e inofensivo. E no final, escapar do cativeiro num passe de mágica.
Viver numa sociedade de subsistência, sem ter que trabalhar para enriquecer e depois trampar mais para sustentar a riqueza alcançada.
Viver num mundo sem disputas sexistas, preconceitos (afinal, todos são azuis) e desigualdades sociais.
Não ter a menor idéia do que é aquecimento global e Renan Calheiros.
Não ter que ir a bares, baladas, etc.
Viver uma vida assexuada.

Huuum...pensando bem deve ser um saco ser um Smurf!

:-P

domingo, 9 de setembro de 2007

Eu escrevo, mas não publico

Entrei agora no gerenciador do blog, aquela página onde você escreve, posta e etc, e percebi quer tem pelo menos uns 15 textos que eu escrevi e não publiquei. Pois é, nem tudo é publicável. Muitas vezes a gente sente, senta, escreve, mas não posta.

Nem tudo na vida precisa ou deve ser divido com o mundo. Quantas vezes você pensou coisas e por algum motivo achou melhor não falar? Poederia até ser uma consideração válida, mas você achou por bem não dividí-la...

É quase a mesma coisa. Quase. Porque eu até vomitei as palavras, aqui, no gerenciador, mas na hora de optar entre "publicar postagem" e "salvar agora", eu só salvei. E quer saber, quando as releio sei extamente porque não publiquei.

Cada uma tem seu porém que motivou o veto, mas tem. E é válido. E é por isso que é bom parar, pensar duas vezes, ou até dez se for o caso. Antes de desferir seus pensamentos para o mundo.

Tem muitas coisas que só são para serem pensadas. Há disputas, rancores, ofensas e opiniões, que só devem ficar na sua cabeça. Não que eu esteja defendendo a alta gastronomia de anfíbios, só acho que tem coisas que não precisam e não devem ser ditas. Simplesmente, porque não vai mudar nada e se mudar vai ser pra pior.

Falar é uma tarefa difícil, se fazer entender então, mais ainda. Mas saber calar na hora certa, é praticamente impossível (ainda mais pra mim). Mas, quando a gente consegue chega a ser até recompensador. Sem contar que ajuda a evitar micos, desculpas e até arrependimentos.

Por tanto, na dúvida, não publique. Seja no seu blog ou na vida a errata sai muito mais caro e bem menos gente vai ver.

:-l

domingo, 2 de setembro de 2007

Lets go!

Recentemente eu voltei a estudar inglês. Pois é, eu, do alto da minha foquice jornalística não tenho inglês fluente. É uma merda? É! E por isso não pude mais adiar e tive que encarar um teacher pela milésima vez na vida.

Eu não curto aula de inglês, nunca curti. Tenho até trauma do CCAA! Por isso optei pela maneira menos dolorosa possível: aulas particulares, em casa, com um professor gringo. Lets go!

Para minha surpresa estou descobrindo que meu inglês tupiniquim é melhor do que eu imaginava. Sim, eu consigo ler e entender realativamente bem. Tudo bem que falando eu me sinto como uma criança de dois anos. Mas tá saindo.

E acabei percebendo que eu estava adiando outras coisas da minha vida por puro medo de encarar. Até que chegou uma hora que não dava mais para evitar. Me vi de frente com todos os meus medos e tive que enfrentar e dar conta do recado. E para minha segunda supresa eu dei!

Por algum motivo eu tava me subestimando e esquecendo o que já sabia. Foi preciso tomar uma rasteira de mim mesma para cair na real. E foi lindo me lembrar de quem eu fui, tomar consciência do que me tornei e imaginar até onde posso chegar.

É nego, uma injeção de auto-ajuda na veia é válida às vezes. E você pode descobrir isso até mesmo retomando as aulas de inglês.

See You! Huahuahauahau

;-P

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Meu ódio é o melhor de mim

Esse post, é de abril, mas acordei com ele na cabeça hoje. Ou melhor, fui dormir com ele na cabeça ontem! E me deu vontade de republicar. Porque sim, meu ódio é o melhor de mim! E é nele que eu me apego quando a coisa aperta! Segue...

Ok, é meio agressivo esse título, mas o tema desse post é justamente esse. Pode ser também fúria, raiva, ira...Chame do que quiser! Existe uma gama de nomes feios para definir esse sentimento.

Mas se você analisar melhor, ele nem é tão feio assim. A raiva move as pessoas, faz a roda girar. Por exemplo, quando você está aprendendo a andar, leva um tombo, fica puto e se esforça para não cair mais. E assim ganha equilíbrio e vai para vida como um bípede.

Se emputecer é essencial. A gente precisa ser agressivo para ter coragem de sair da cama todo dia, enfrentar (não é por a caso que o termo usado é esse) o trânsito, o trabalho, as pessoas e os problemas que elas causam.

Quando você se decpciona com algo ou alguém o primeiro sentimento que vem é o de indignação. E é ela que te faz querer mudar tudo e te empurra pra frente, deixando o motivo do sua ira para trás.

Mas oh, eu não estou falando de rancor, mágoa e afins. Esses só fazem com que você se acorrente mais ao que te machuca. Mas a falta de indgnação pode causar apatia e gerar assassinos de cinemas, escolas e universidades.

Por isso, que hoje meu nick é esse, bem agressivo e humildemente chupinhado do grande Drumomnd:

"Porém meu ódio é o melhor de mim.
Com ele me salvo
e dou a poucos uma esperança mínima."


;-)

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Chico

Há nada como um tempo
Após um contratempo
Pro meu coração
E não vale a pena ficar
Apenas ficar chorando, resmungando
Até quando, não, não, não




Ai ai, ai...Só ele consegue sentir como uma mulher e ser, ao mesmo tempo, tudo que uma mulher quer...

Já Foi

Artista: Cidade Negra

Aaaai, eu sei. Tenho até vergonha de gostar dessa música e mais ainda do Tony Garrido. Principalmente quando ele atacou de ator no cinema. Mas ok. O que me importa agora são as palavras da Xiliquenta com as quais eu me identifico neste exato momento. Caiu SUPER bem...

Te dei minha vida
e uma parte do meu coração
Esquece nossas dívidas
Bom caminho é liberdade
Bom caminho não é prisão

Te dei minha vida
e uma parte do meu coração
Esquece nossas dúvidas
Bom caminho é liberdade
Bom caminho não é prisão

Quando um sentimento voa
Bate asas algo de bom
Sentimento alado
Choro Chorado

Pare de reclamar da vida
Não adianta se você fez o que fez
Não adianta achar chave pra partida
Se você não está disposto a correr

Riscou, apagou da minha vida
Em minha poesia não tem mais, já não tem seu nome
E, acabou, já foi, eu não quero estar só mas já estou
E, acabou, chegou ao fim
Se eu não quero acreditar a dor que me faz despertar


Tô procurando o vídeo no YouTube, mas acho que não tem...

;-D

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

S.O.S

Não, não quero que ninguém me resgate. Só quero dividir mais uma inutilidade com vocês. Ontem fui fazer uma pauta no Hospital Israelita Albert Einstein, voilá! Eles estavam inagurando um Centro de Simulações Realísticas. Sim, REALÍSTICAS! O nome é bunda, mas o lance é tão prafrentex (adouro essa gíria idosa) que vale o neologismo.

O lance é assim: eles compraram* uns robôs para substituir pacientes no treinamento de médicos, enfermeiros e afins em situaçãoes difíceis de socooro urgente. Os bonecos fazem de um tudo. Respiram, têm pulsação, piscam, dilatam as pupilas mijam e vomitam! São capazes até de ter uma parada cardíaca. Calma pessoal, é tudo fake!

Mesuras a parte (carai, tô ficando velha mesmo!),começa a demosntração para a imprensa. Sim, nós, da imprensa temos essa pretensão de achar que sabemos de tudo antes. E sabemos.

A coisa envolve vários cenários, para várias situações. A idéia é simular um acidente de carro envolvendo pai e filho. Pai gravemente ferido e filho tresloucado por isso. A idéia é demonstrar a prestação de socorro médico e os procedimentos cirúrgicos a serem adotados no caso.

Ok, de repente o ator, que atuava como O filho e interagia com o bonecoBARRArobô, começa a gritar coisas como "SOCORRO, MEU PAI, SOFREMOS UM ACIDENTE, ALGUÉM ME AJUDE!" Tudo isso com uma sirene soando de fundo.

Inicialmente eu quase pulei da cadeira de susto. Depois fui tomada por uma súbita vontade de rir, lógico. A produção toda era uma coisa meio Televisa, com direito a gelo seco. Me controlei. Só que a intensidade e frequência dos gritos de pânico aumentaram e eu comecei a ficar tensa. E concluí, EU NÃO GOSTO DE GRITOS!

Gente, eu falo alto, tenho nível quatro no ranking Abafa Audio**, mas gritar é muito agressivo! Aquele cara aos berros me incomodou muito. Fico mal. Se alguém começa a gritar comigo, ou com alguém perto de mim meu coração já dispara. Acho que morri de berros na última encarnação. Resumindo, eu odeio brigas, rusgas, tretas, embates, surtos, discussões calorosas que terminam com sangue no zóio e veias proeminentes na testa. Pânico, terror e aflição!

Saco! Por isso, meu sonho é sem dúvida a Paz Mundial. Com muito queijo, claro.

*Um deles custa SÓ meio MILHÃO de RRRReais! Acho que me apaixonei por ele...


**Ranking Abafa Audio:
1º Elaine Rezende
2º Beto Macedo (em potencial vocálico)
3º Joana
4º Essa que vos fala

As mulheres e o bico de pato!

A melhor notícia do ano:
OS BICOS DE PATO AGORA SÃO DE PLÁSTICO DESCARTÁVEIS!


Quem é mulher sabe bem o que eu quero dizer com isso...

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Ressaca

Da última vez que sentei aqui pra falar eu tava na lama. Tipo, coberta de lodo saca? Tanto que nem escrevi nada. Mandei um Cartola depresão(Se bem que Cartola deprê é pleonasmo). Mas ok, era o que refletia meu estado de espírito no momento.

De lá pra cá muita coisa aconteceu. A menstruação desceu e eu, por fim, melhorei. E cá estou, sem nada pra dizer, sem ter do que reclamar, nem tão pouco rancorizar. Quer dizer, a gente sempre tem um rancorinho para compartilhar né? Mas eu não tô no mude não.

Tá tudo calmo. Como se fosse uma ressaca de TPM, sabe? É como se tudo que eu tinha para reclamar, rancorizar e agredir eu o fiz na semana passada. Logo, não sobrou nada. O que de certa forma é bom. Porque num dá para ficar sempre reclamando, rancorizando e agredindo.

Afinal, sou bacana e quero que as pessoas que gostam de mim continuem gostando. Além do mais, uma semana por mês de escrotisse já basta. É isso, um texto ok, para um momento ok. Mais do mesmo.

Na verdade, só escrevi para não deixar de escrever...

;-)

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Preciso me encontrar...

Faço minhas estas palavras...

Cartola - Preciso Me Encontrar
Candeia

Deixe-me ir preciso andar,
Vou por aí a procurar,
Rir pra nao chorar.

Deixe-me ir preciso andar,
Vou por aí a procurar,
Rir pra nao chorar.

Quero assistir o sol nascer,
Ver as águas dos rios correr,
Ouvir o pássaros cantar,
Eu quero nascer quero viver...

Deixe-me ir preciso andar,
Vou por aí a procurar,
Rir pra não chorar.

Se alguem por mim perguntar,
Diga que eu só vou voltar,
Depois que eu me encontrar...

Quero assistir o sol nascer,
Ver as águas dos rios correr,
Ouvir o pássaros cantar,
Eu quero nascer quero viver...

Deixe-me ir preciso andar,
Vou por aí a procurar,
Rir pra nao chorar.


Deixe-me ir preciso andar,
Vou por aí a procurar,
Rir pra nao chorar.


Uma última pergunta: Como o samba consegue ser tão alegremente triste?

:-l

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Vergonha própria

Muita gente diz que sofre de vergonha alheia. Eu também já disse isso várias vezes e sofri de fato. Mas andei refletindo e concluí: nada é pior do que a vergonha prórpia. Afinal, ela é sua, só sua.

Eu me toquei disso, porque várias vezes me vejo em situações vexatórias nas quais eu mesma me coloquei. Não posso nem transferir a culpa, poxa! Nos casos de vergonha alheia você se esbalda (não na hora, porque é constrangedor de mais), mas na própria você só quer que a Terra se abra e te sulgue para dentro.

Eu sofro de vergonha própria com esse blog, por exemplo. Sempre penso a cada post que publico que isso é um BO de vexames espontâneos. Escrevo milhões de baboseiras, que por algum motivo concluí que deviam ser publicadas. E o pior é que não pára por aí. Eu insisto para que as pobres almas, que as vezes chamo de amigos, leiam! Só para coroar a derrotra!

Ai que vergonha própria!

:-S

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Mulheres falam..

Eu sei que todo mundo fala, mas nós mulheres falamos MESMO. A gente fala quando tá triste e fala mais ainda quando tá feliz. O lance é externar. Não interessa o que.

Não, não é fofocar. Homens também fofocam, até mais do que mulheres. Aliás, a fofoca move o mundo, ajuda a fechar negócios e gerar divisas. Eu não escolhi tal profissão por acaso. Afinal, quero brevê pra fofocar.

Mas aqui o tema é outro, estou falando só do simples hábito de abrir a boca e deixar as palavras fluirem como música. E esse dom nós, enquanto gênero, temos. Ah se temos.

A gente fala do tempo, da falta dele, de óvinis, novela, cientologia e futebol. Vamos do PAC ao SPFW sem escala. Falamos bem, falamos mal, falamos! Na feira, no cinema, na lixeira do condomínio.

É como se a necessidade de compartilhar o que passa na nossa mente fosse mais forte do que todo o bom senso que nos foi passado. E aí vamos nós, mostrando para o mundo tudo que nos atinge. E até o que não passa nem perto.

E olha, quando você vê uma mulher calada, das duas uma: ou ela está MUITO, mas MUITO chateada, a ponto de não querer nem dividir o sofrimento (e está só esperando que você pergunte o porquê do silêncio) ou ela está no MSN.

Já os homens não têm essa necessidade. Acho incrível como eles tem o dom de se calar. Isso pra mim é quase mágico. Já que sou um ícone falador do gênero (sim, eu falo mais que a média).

Quando eu fazia engenharia (sim, eu fiz engenharia por três anos e meio) tinha algumas aulas que eu assistia com a turma dos meninos. Ou seja, todo o resto da faculdade que não havia optado por eng de alimentos. Nesse momento eu pude perceber essa peculiaridade da natureza humana.

Na aula de Cálculo 2, da turma de eng macânica, a proporção era três por quarenta (3 mninas para cada 40 meninos, sendo que tinham SÓ três meninas). Duas delas eram absolutamente nerds, em todos os sentidos que essa palavra possa ter, e a outra era eu. Deus! Nunca me senti tão só! Ninguém naquele ambiente abria a boca pra falar! A não ser que fosse algo sobre derivadas e integrais.

Eu me pergunto: como eles conseguem ficar absolutamente calados por 50 MINUTOS??? Lógico que abandonei a engenharia e fui em busca do meu brevê (aquele pra fofocar).

Acho que é uma questão de genética, ligada ao cromossomo X da falta de foco. O mesmo que nos dá a capacidade de parir e fazer sexo ao mesmo tempo. É gente, nós mulheres somos multimídia, fazemos mil coisas simultâneas. Somos capazes de fazer o jantar lavar a roupa e fechar um projeto das 19h às 23h. Enquanto os homens precisam de 100% foco.

É isso, nós somos stereo e eles são mono. Ponto!

PS.: Eu falo que não, mas adoro questões sexistas!

;-)

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Evidências...

É, hoje eu acordei assim, com o pé na Terra Média. Acho que foi por que estive em Campinas ontem para cobrir um evento e na volta pra SP vim na cabine batendo papo com o motorista, que me fez relembrar as reaízes.

E pra completar na volta do almoço hoje ficamos cantando em coro unissono aqui na redação os seguintes refrões:

Quando eu digo que deixei de te amar
É porque eu te amo
Quando eu digo que não quero mais você
É porque eu te quero
Eu tenho medo de te dar meu coração
E confessar que eu estou em tuas mãos
Mas não posso imaginar o que vai ser de mim
Se eu te perder um dia
Eu me afasto e me defendo de você
Mas depois me entrego
Faço tipo, falo coisas que eu não sou
Mas depois eu nego
Mas a verdade é que eu sou louco por você
E tenho medo de pensar em te perder
Eu preciso aceitar que não dá mais
Pra separar as nossas vidas
E nessa loucura de dizer que não te quero
Vou negando as aparências
Disfarçando as evidências
Mas pra que viver fingindo
Se eu não posso enganar meu coração
Eu sei que te amo
Chega de mentiras, de negar o meu desejo
Eu te quero mais que tudo
Eu preciso do teu beijo
Eu entrego a minha vida
Pra você fazer o que quiser de mim
Só quero ouvir você dizer que sim
Diz que é verdade, que tem saudade
Que ainda você pensa muito em mim
Diz que é verdade, que tem saudade
Que ainda você quer viver pra mim
Eu me afasto e me defendo de você
Mas depois me entrego
Faço tipo, falo coisas que eu não sou
Mas depois eu nego
Mas a verdade é que eu sou louco por você
E tenho medo de pensar em te perder
Eu preciso aceitar que não dá mais
Pra separar as nossas vidas
E nessa loucura de dizer que não te quero
Vou negando as aparências
Disfarçando as evidências
Mas pra que viver fingindo
Se eu não posso enganar meu coração
Eu sei que te amo
Chega de mentiras, de negar o meu desejo
Eu te quero mais que tudo
Eu preciso do teu beijo
Eu entrego a minha vida
Pra você fazer o que quiser de mim
Só quero ouvir você dizer que sim
Diz que é verdade, que tem saudade
Que ainda você pensa muito em mim
Diz que é verdade, que tem saudade
Que ainda você quer viver pra mim
Diz que é verdade, que tem saudade
Que ainda você quer viver pra mim


Oh, num achei a original no YouTube, então vai essa mesmo:



Um cráaaassico do karaokê!
;-)

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Isopor...

Essa é uma música singela de um compositor chamado Kleber Albuquerque.


Que a luz da lua escorra
Pela pele, pelos pêlos
E que raios de sol embaracem seus cabelos
Que a vida lhe dê muita saliva
Pra lamber sonho em carne viva
Que seu riso não tenha o mínimo pudor
Que os ventos soprem sempre a seu favor
Que você encontre a cama feita, a mesa farta
A casa em festa
Que a boa estrela grude no meio de sua testa
E que o mal tenha paredes de isopor
Tudo de bom



Adouro!

;-)

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Coisa de pele

Olha, sou mulher e gosto da minha condição. Mas tudo nessa vida tem limite. Essa semana gastei 160 reais com remédios e cremes para pele. Que saco! Além do dinheiro, ainda tem o agravante de ficar passando creme para dormir, creme para acordar, creme para viver!

Ah gente, não nasci pra isso. Tanto que deus já me fez com uma pele boa, moléstia a parte. O problema é que de uns tempos pra cá ela se voltou contra mim. E agora minha cara dá para ralar parmesão de tão áspera. Já procurei mil motivos para isso. Num sei se sofri uma mutação no DNA depois de velha ou se me baixou o cabloco espinhudo. Só sei que tá ruim.

Aí lá fui eu para a dermatologista tentar recuperar o estrago. Na primeira visita ela receitou sabonetinho, pomadinha e protetor solar. Ok. Até aí tava num nível aceitavel monetariamente e de utilização. Só que não resolveu. Aliás, piorou! Sem contar que o protetor solar é do tipo que tem que ficar na geladeira se não estraga.

Agora eu te pergunto, quem foi o gênio da cosmética que inventou um produto que deve ser passado no rosto 3 vezes ao dia, mas não pode sobreviver a mais de 5ºC ou 6ºC??? Só se eu comprasse uma bolsa térmica!

Bom, voltei na dermatologista, bem mais puta e pobre: Olha, nada resolveu. Preciso de uma solução. Pode ser até tarja preta, desde que resolva! Ela me passou uma nova leva de remédios, dessa vez "mais potentes".

E depois veio com um papo de limpezas de pele regulares e sessões de peeling com cristais. Péra, num exagera! Eu só consigo assimilar até a limpeza de pele. E nem vai ser tão regular assim.

Vou ter que concentrar todo meu foco para conseguir passar os cremes e tomar os remédios. Tô pensando até em comprar um GPS para conseguir seguir a posologia do antibiótico. É algo tipo toma três dias, descansa sete. Isso em séries de nove comprimidos. Me sinto na academia.

Resumindo, se depois disso não resolver eu desisto e vou pedir emprego de ralador no lugar de gente feliz.

:-P

terça-feira, 24 de julho de 2007

Viajando...

Que dia ruim, chuvoso, nublado...
Mas acabou. E para comemorar segue uma fofisse:



;-D

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Nota mental...

Prefiro ter um filho véia, do que um do departamento meteorológico!

Tira o pé da minha janta!

Pode ser também agiliza, pára de atrasar minha vida, num enche o saco...O importante é facilitar. Ou, pelo menos, parar de atrapalhar. Essa frase nem é minha, é de um amigo meu. O mesmo que propagou o "virado no sarapó" (É, ele é bom nisso).

Mas eu fiz questão de adotar, porque ela exprime muito do que eu sinto em alguns casos. Como, por exemplo, quando vou pedir alguma coisa de cunho trabalhístico por telefone e a pessoa lança "você pode mandar essa solicitação por e-mail?" Aaaaaai, TIRA O PÉ DA MINHA JANTA!

Depois do advento do e-mail ninguém mais resolve nada por telefone. Ok, é necessário documentar as coisas. Mas além de ser um saco, leva muito mais tempo para explicar tudo. E outra, a maioria dessas pessoas não lê os e-mails que pedem. É só mesmo pelo prazer de enfiar o pé na minha janta e não tirar nunca mais.

Só hoje eu tive que solicitar várias coisas por e-mail. Quanto vocês querem apostar que não terei nenhum retorno? Pelo menos, não no prazo que preciso.

Por isso eu digo e repito: TIRA O PÉ DA MINHA JANTA CACETE!

;-)

sábado, 21 de julho de 2007

A arte de criar...

Uma coisa eu tenho que admitir sobre ser mulher. Nós somos mestras na arte de criar. Independente da geração a qual pertencemos, somos sempre tão criativas. O problema começa quando usamos isso para o auto boicote (outra coisa que fazemos muito bem).

É assim, você se dedicou muito para entregar um trabalho para o seu chefe e ele não respondeu conforme o esperado. Em menos de 5 minutos você cria milhões de motivos (extremamente ruins) para justificar o retorno aquem das suas expectativas. Chega até a pensar que escolheu a carreira errada.

Tem também o problema com o conjuge. Esse sempre muito mais dramático, porque é onde a gente realmente se esmeira.

Você pergunta para o cara "tá tudo bem?" ele responde monossilábicamente: "tá!". Em 2 segundos sua cabeça elabora uma história bizarra (mas que para você é perfeitamente plausível) e conclui que seu namoro vai acabar em breve. Quando na real, seu mino só teve um dia ruim e não tá afim de falar sobre.

Você pode até negar. Mas é assim para todas. Às vezes menos, às vezes mais. Para umas menos, para outras muito mais. E a verdade é que se não tiver força de vontade para lutar contra a criatividade malígna que nos assombra, já era. Você vira uma louca paranóica que flutua no mundo das suas criações enquanto seus amigos te abanam loucamente lá da Terra tentando em vão te trazer para a realidade (pelo menos para aquela que a maioria das pessoas vêm).

Sim, as mulheres são loucas. E daí? Os homens são bobos!

:-P

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Amigo...

"A amizade nasce no momento em que uma pessoa diz para a outra 'O que? Você também! Pensei que eu era o único'."

-- Clive Staples Lewis

Segue uma fofisse. Eu levo super a sério essa música. Até choro um pouco as vezes quando ouço...



Pra vocês comparsas!
;-)

quinta-feira, 19 de julho de 2007

...

Ando numa fase pouco postante. Não sei o que é. Lógico que passada a histeria da novidade do blog em minha vida eu dei uma maneirada. Parei de hiperativizar os amigos descontroladamente para que lessem, relessem e comentassem (aqui e fora daqui).

Mas mesmo assim, essa fase que estou é diferente. Eu continuo escrevendo. Tenho vários posts no "Rascunho". Mas por algum motivo, não os finalizo nem posto.

Fico um pouco assombrada com aquele fantasma incoveniente do "você nunca dá continuidade a nada que começa". E ouço o eco das vozes de alguns amigos, que quando viram o Puf durar mais de um mês, falaram "Olha num botava uma fé que você tinha as moral de manter um blog".

Fico tensa, e me sinto obrigada a postar. Conseqüentemente broxo e não sai nada. E se sai eu acho impublicável. Talvez seja porque já escrevo por obrigação no horário comercial e o blog acaba sendo um scaps. E eu quero que flua sem dor. E se for com dor, que seja para ser sublimada por meio de palavras.

Não que eu tenha a pretensão da qualidade. Aliás, nem sei o que é bem como avaliar isso... Só não quero expor o que não me agrada.

;-)

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Frase do dia...

"Pra enterrar o defunto ou sair desse velório"
Camila Olivo

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Transformers fofisse!

É, às vezes bate uma mulherzisse!



;-)

sábado, 7 de julho de 2007

Licença, eu vou gorfar

Calma gente, não vou golfar. Nada de escatologia. É gorrrrfar mesmo! Fazer o que? Eu sou assim. Gente que gorfa. E você também, aposto! Se é meu amigo então, certeza!

Primeiro passo para saber se você é da equipe gorfo é se perguntar quantas vezes você se viu numa situação em que falou algo e o restante das pessoas (da equipe "levo a vida muito a sério") não entendeu ou não achou graça (o que acaba dando na mesma). Se já viveu isso acredite, você é gente que gorfa.

Outra traço de personlidade de quem gorfa é o sincericídio*. Você, como uma pessoa educada, bem nascida e criada tem bom senso e sabe que tem certas coisas que jamais devem ser ditas. Mas em alguns momentos sua boca ganha vida própria e quando vê já falou. Uma espécie de suicídio verbal!

Além disso, quem gorfa constuma andar com quem gorfa. Tipo uma Maçonaria. E olha que nem precisamos de código para nos reconhecermos entre os demais. É só colar do lado que já dá para se ligar se o fulano gorfa. A regra é clara: os iguais se juntam.

Geralmente, quem gorfa está no bolo mais animadinho. Independente do sexo, raça, nível social e religião. Se bem que religião conta um pouco sim. Porque gorfar é meio políticamente incorreto e exige um certo despudoramento, pra não dizer cara de pau. Tem que gorfar e segurar a onda depois.

Mas é isso, se você não gorfa, ainda dá tempo de mudar. Tente, você não vai se arrepender. Gorfar é libertador, além de ser um estilo de vida.

*Essa é uma criação da Tia Leila. Que também é gente que gorfa! Com classe é claro.

;-P

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Da série: Perguntas sem respostas...

Por que marcamos hora para consultas médicas se o que conta mesmo é a ordem de chegada? Pelo menos no gineco é assim...
Uma hora é meia de espera! Ô rancor!

domingo, 1 de julho de 2007

A histeria do iPhone

Às vezes eu me pergunto por que ficamos tão cegos diante das novidades. A semana passada, mais especificamente na última sexta, vivemos uma histeria coletiva, pelo menos no meu mundinho, por causa do lançamento do iPhone. O maldito telefone da Apple nem chegou no Brasil (e nem se sabe se vai chegar) e eu já não aguento mais ouvir falar nele.

Tudo bem, eu sei que ele é incrível. E quem sou eu pra meter o pau nas criações do seu Stev. Aliás, se um dia eu tiver a chance vou encomendar pra ele um iMan. Desing impecável, multi funcional, durável e de quebra não perde valor no mercado. Já pensou? Aí sim quero ver nega acampada na fila da Apple Store.

Mas devaneios a parte, esses ataques psicóticos em massa diante de qualquer coisa me irritam. Simplemente, porque perdemos o senso crítico. E isso vale para tudo. É febre do Orkut, é coqueluche (eita palavra cretina!) de Second Life... Ninguém nem sabe pra que serve, mas não se fala noutro assunto. Oh rancor!

É mais ou menos o mesmo efeito que acontece quando aparece uma carne nova no pedaço. Se a palhaça da figura é boa, todo mundo surta. Ninguém quer saber se o (a) fulano (a) é bacana. E só se fala nisso. Independente do gênero.

Eu mesma, quando resolvi parir o Puf estava assim. Tive uma nóia tardia por blogs. Tudo que eu fazia e pensava era um post. Eu tava quase vendo a vida em posts! Até que passou.

É, essa é a vantagem. SEMPRE passa. É meio como começo de namoro. Nessa fase você não consegue ver outra possibilidade na vida que não seja a de estar com o seu novo par. Até que a relação caminha, amadurece e vocês saem da histeria para uma relação saudável, onde um mais um continua sendo dois. Oh que bacana!

Uma hora todos se costumam com o iPhone e talvez até descubram as limitações dele...Eu espero. E assim a gente segue seguindo. Até que outra novidade aparece e a gente surta de novo.



;-)

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Consciência eu morri?*

"Não minha filha, só amadureceu. Aliás, achei que isso não fosse acontecer nunca!"

Você descobre que está envelhecendo quando num sábado à noite o programa ideal dentre tantas opções é ficar em casa tomando um creme de queijo quentinho dentro de um pijama ingualmente no mesmo estado.

Quem diria heim? Depois de anos 100% balada, de repente, sua casa passa a ser seu lugar preferido e sua cama quentinha a melhor opção numa sexta-feira que fecha uma semana dura de trampo.

É, eu sempre gostei de uma furupa. Mas agora a coisa mudou. Não é depressão, nem TPM, nem nada de errado. É só o saco de se jogar que diminuiu. E tudo passou a ser mais difícil. Só de pensar em trânsito, estacionamento, filas...aaai que preguiça.

O seu ímpeto forever yang definitivamente se foi. E o melhor, você nem se incomoda com isso. Pelo contrário, até gosta. Vai pra casa e fica lá feliz com os 80 canais a cabo como companhia.

É minha gente, essa é a parte boa. E, de certa forma, acho que amadurecer deve ser isso mesmo. Perder aos poucos a ansiedade, querer mais do que quantidade e reconhecer uma boa oportuniade. Seja para se divertir a noite inteira, ir para casa dormir ou reunir a furupa toda em casa mesmo e morrer de rir.

;-)

*Frase da Dory, protagonista de Procurano Nemo.
Eu recomendo para o rejuvencimento! Aliás, provem...

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Um lamento

Para cada momento perdido
Pelo riso engasgado
Por cada saudade apertada

Pela aquela resposta mal dada
Por um choro engolido
E pela espera sem chegada

Para suspiros escondidos
Por um abraço não apertado
E aquele sentimento encravado

Pelo rancor guardado
Para a mágoa mal resolvida
Pelo choque do já esperado

Pelo que já é passado
Para o que já foi vivido
E agora, está morto e enterrado

Um último lamento pelo o que há de vir
E há de ser bem vivido
E melhor ainda, lamentado

;-)

terça-feira, 19 de junho de 2007

A vida é uma gincana

Quando eu era criança lá na Terra Média, todos os anos na semana do estudante, minha escola era dividida em duas equipes e se transformava em uma espécie de Coliseo. Só que no lugar dos gladiadores romanos, estávamos nós, os alunos.

De repente, você se vê na quadra poliesportiva (sempre quis usar essa palavra em um texto), cercado de outras vítimas. No lugar de escudos, lanças e leões, tem sacos de linhagem, colheres e ovos.

Você é obrigado a participar de atividades de gosto duvidoso como corrida do saco e do ovo na colher ou enfiar a cara num prato lotado de farinha de trigo para encontrar um maldito anel de plástico! Aliás, eu nunca entendi como podiam chamar isso de brincadeira?

Mas a pior parte era que não importava quem vencesse, a tortura era a mesma para as duas equipes. E só hoje, séculos depois, que eu consegui entender todo o contexto pedagógico por trás disso.

Eu cresci e continuo participando da gincana. Só que agora ela é um grande campeonato mundial que dura todos os dias do ano, todos os anos. Passo a vida tentando correr com um saco piniquento no pé, equilibrando ovo em colher e procurando anel em prato de farinha de trigo. E quando penso que acabou, começa tudo de novo. Independente de qual equipe saia vencedora.

E o pior é que entre torcida, suor, risos e lágrimas tenho a nítida sensação de que não vai acabar nunca...

:-S

terça-feira, 12 de junho de 2007

O primeiro depois de cinco...

Eu tentei resistir, mas não consegui. O dia já caminha para o final, mas eu tive que postar algo sobre o fatídico dia 12 de junho.

Não quero fazer nenhum manifesto Xiita contra as datas comemorativas capitalistas criadas pelo homem só para movimentar o comércio blá blá blá... Até porque eu super participo delas. Eu presentearia um índio no dia 19 de abril se pudesse e conhecesse um.

Mas que rola uma certa pressão social nessas datas, ah rola! Tipo hoje, dia dos namorados. Você tem ser romântico! Não interessa se está numa fase difícil do relacionamento o planeta inteiro vai te oprimir com paixão, romance e libido no ar.

Como no Natal, quando cunhados vagabundos, sogras rancorosas, noras fofoqueiras e primos sem noção se reúnem em volta da mesa para celebrar o amor e a paz enquanto se entopem de peru, com farofa e salpicão. Ninguém queria estar ali, mas TEM que estar afinal, Jesuis nasceu.

Não é rancor não gente. É só verborragia mesmo. Na verdade eu nunca fui namoradeira. Aliás, passei a maioria esmagadora dos dias 12 de junho sem namorado. E acho que até me saí bem. E também fui muito feliz nos cinco anos em que passei pela data devidamente acompanhada. E hoje, vou passar o primeiro deles, depois de cinco, sem um namo pra chamar de meu. Mas tá tudo certo, exatamente onde deveria estar.

O que não entendo muito bem e me incomoda é a pressão externa. Se você não namora tem que estar murcho ou desesperadamente a procura de alguém. Se namora tem que estar obrigatoriamente flutuando de felicidade engrossando as filas de lojas, restaurantes, cinemas e motéis. Aliás, tem coisa mais de mau gosto do que fila de espera de motel? Deus me livre e guarde dessa má hora!

Em suma. Presentear um namorado é incrível, ficar junto com a família nem se fala e comer chocolate é necessário. Mas não precisamos de datas para isso. E é mais gostoso ainda quando essas ações vêm com espontaneidade.

Como já disse, não estou propondo um boicote às datas comemorativas. Acho que elas até prestam um serviço, porque obrigam os chatos, desligados e rancorosos a demonstrarem, pelo menos uma vez por ano, carinho pelos seus iguais. Mas vamos combinar de fazer isso sem pressão gente!

Love is in the air pra vocês!



;-)

terça-feira, 5 de junho de 2007

A espera do quinto dia útil...

Tem aquela semana no mês em que já passou o dia 31 e vai passando o primeiro, o segundo, o terceiro...e nada de chegar o bendito quinto dia útil!

Tem meses que a espera por ele pode durar até o dia 10! Juro! Basta ter um feriadinho de nada que pronto! Seu salário nunca mais cai na vida.

E é nessa semana que você vive momentos de tensão toda vez que vai pagar alguma coisa. Aqueles segundos depois que você digita a senha parecem uma eternidade. Conectando... Processando... Você consegue até pressentir o vexame!

Frases do gênero "Cartão não autorizado" ou "Saldo insuficiente" passam a fazer parte da sua vida e você sofre. Aí decide que sair de casa não é uma boa idéia, já que não pode pagar pelo que anseia consumir.

Ou então, saca a cara de pau que Deus lhe deu e manda logo um "passa no crédito". O problema mesmo é quando nem no crédito dá mais. Nesse ponto fodeu. Se você fosse uma empresa com certeza pediria falência.

Mas como não é esse o caso você só vai ter que lidar com os olhares de desdém dos passadores de cartão que gritam mentalmente: POBREEEE!

É, é assim que você se sente. Pobre. Até que o quinto dia útil chega e tudo volta ao normal. Não que você fique rico com isso. Mas consegue pagar as contas (quase sempre) e seguir em frente no limite.

E de quebra recupera o fôlego e a coragem de fazer mais dívidas até o proximo 5º dia útil. Que com certeza vai demorar pacarai...

Visa: porque a (dí) vida é agora!

Essa é do Rui!

;-)

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Paz na Terra aos homens de boa vontade!

É, depois de uma semana sem postar, resolvi resurgir das trevas com uma ode à boavon. Pode ser um manifesto contra a mavon também!

Como você já deve ter intuído boavon é o antônimo de mavon. E nesses últimos dias eu percebi que a humanidade se resume nesses dois grupos: os boavons e os mavons. Com pequenas variáveis, mas é.

Por exemplo, no mesmo fim de semana encontrei clássicos de mavonisse. Um deles foi no "Lugar de Gente Feliz": o cara que valida o tíquete do estacionamento. Gente, ele só faz isso e deve ter um turno de no máximo seis horas. Mas ainda assim consegue tratar mal as pessoas e ser tão mavon, mas tão mavon, que erra na validação.

O outro foi o cara do açougue, ainda do "Lugar de Gente Feliz" (eu estou começando a achar que de feliz ali só tem o seu Abílio). O mavon me fez ficar em pé esperando uns 15 minunos, enquanto ele picava carnes que nem dono tinham ainda. Foi preciso que o cara da peixaria batesse no vidro e pedisse que ele me atendesse. E o infeliz ainda veio puto da vida! Como pode? Pode!

Se você não está feliz com aquilo que escolheu pra fazer da vida mude! Vá procurar o que te satisfaz. Mas não transfira sua mavon para os outros. Ninguém tem culpa das suas insatisfações. Ou melhor, ninguém nem sabe se você está ou não insatisfeito.

Além do mais, a boavon move o mundo, as pessoas e a economia. Quantas vezes você não tomou uma cerveja a mais, levou mais um par de meias ou voltou na mesma padaria só porque foi bem tratado? É real isso!

É lógico que todos temos dias de mavon, daqueles que preferíamos não ter saído da cama. Mas poxa, eu me recuso a ser mavon com a vida. Se eu me propus eu vou lá e faço com gosto. E de preferência rindo! É o mínimo.

Portanto, inicio a campanha: "Paz na Terra aos homens de boa vontade"! E convido vocês a me enviarem sugestões de nomes de mavons e boavons famosos (pode ser anônimos também). Assim, não restará dúvida para os mais desavisados. Bora?

Já mando logo dois pesos pesados:

Mavon:
- GW Bush
- Ativista dos direitos dos animais que queria sacrificar o Ursinho Knut depois dele ter sido rejeitado pela mãe. (imaginem se ele não gostasse de animais)


Boavon:
huuum, no momento não me lembro de nenhum boavon vivo! Socorro!


;-)

domingo, 27 de maio de 2007

Suspicious Minds

É, Suspicious Minds. Eu me identifico com o Rei. Amo as músicas dele, mas essa em particular, é foda. Tem dias que fico no looping do iTunes e ouço ela no repeat umas 20 vezes, sem sentir.

É que pra mim a vida tem trilha sonora. O planeta tem trilha sonora! Fala aí, praticamente tudo que a gente vive tem uma música associada!

Tá, eu sou negra (tenho insistido muito nisso ultimamente). E parafraseando o Gaba, um outro crioulinho amigo meu, preto num pode ouvir uma lata caindo que já sai dançando. Mas sei lá, mesmo que você não seja tão musical assim, deve ter uma trilha pra sua vida. Tem que ter! (caso contrário, que vida triste a sua!)

É que tudo é uma grande associação. Você está numa situação e toca uma música. Pronto! Associação executada com sucesso! Já era. Entrou pra trilha. Sempre que você ouvir vai voltar àquele momento. Acho sensacional!

Sem contar que a associação não é restrita. Você pode usar uma mesma música para diversas situações.

Nesse momento eu estou Suspiciuos Mind. Sim, cabrera pacarai. E detalhe, essa é uma música que está na minha vida há séculos. Tipo amigo bom. Veio pra ficar. Volta e meia ela se encaixa e volto eu para o looping do iTunes.

Então segue um pouco de suspeita pra você...



;-)

sábado, 26 de maio de 2007

Crazy

I remember when, I remember, I remember when I lost my
mind
There was something so pleasant about that face
Even your emotions had an echo
And so much space

And when you're out there
Without care,
Yeah, I was out of touch
But it wasn't because I didn't know enough
I just knew too much

Does that make me crazy?
Does that make me crazy?
Does that make me crazy?
Probably

And I hope that you are having the time of your life
But think twice, that's my only advice

Come on now, who do you, who do you, who do you, who
do you think you are,
Ha ha ha bless your soul
You really think you're in control

Well, I think you're crazy
I think you're crazy
I think you're crazy
Just like me

My heroes had the heart to lose their lives out on a
limb
And all I remember is thinking, I want to be like them

Ever since I was little, ever since I was little it
looked like fun
And it's no coincidence I've come
And I can die when I'm done

Maybe I'm crazy
Maybe you're crazy
Maybe we're crazy
Probably

Não consegui linkar o clipe original, então segue um genérico mesmo...



>Tradução
;-)

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Tudo errado

Por que tem dias que tudo dá errado? Sabe, é como uma antítese do Dia Perfeito. Tudo que você tenta fazer não dá certo. Parece uma conspiração do universo contra você. Quer ver?

Está fazendo 5º nessa merda de cidade. Eu, que não suporto frio, decidi me antecipar e comprar um aquecedor. Comprei via Internet, o tio Visa pagou e ele chegou ontem, a tempo de me proteger do frio do século. Tava tudo perfeito. Eu ia até dar uma festa inaugurativa!

Mas quando eu chego em casa e tento ligar o aquecedor ele simplesmente NÃO FUNCIONA! Chorei! Ah chorei. E não, não é drama (eu não sou dramática, pelo menos, não mais que a maioria das mulheres).

Mas para completar o quadro da dor sem a moldura, o atinconcepcional acabou e eu entrei em temporada de TPM. Logo, choro e chocolate dominaram a minha cama. Ok, amanhã será outro dia, eu pensei. Mas não, o quadro continuou ruim e com viés de baixa...

Depois de reclamar por séculos na cabeça de um pobre amigo que se dispôs a me consolar durante o almoço, para melhorar eu decidi comprar uma blusa linda e barata que tinha visto numa vitrine ontem. Quem é mulher entende o efeito imbatível das compras contra a TPM. Só que para minha surpresa, quando eu chego na loja, advinha? A blusa acabou! Isso! ACABOU!

Lógico, ela é linda e barata. Todas as imbecis do mundo tiveram a mesma idéia. O tiro saiu pela culatra, e o que seria minha injeção de ânimo só serviu para aumentar o tormento.

Sim estou exegerando. Mas é assim que me sinto. Fazer o quê? Já seguro a onda de coisas muito mais pesadas sem reclamar. Tento manter o foco na maior parte do tempo. Sou alegre, positiva e até meio Polyanna, pra não dizer otária.

Mas tem dias, como hoje, que não dá. Simplesmente não dá! Tô cansada, chateada, com vontade de jogar a toalha. E para não focar no que é realmente grave, prefiro ficar puta e chorar por causa do aquecedor que não funciona e da blusa linda e barata que não pode ser minha...

Pelo menos hoje é sexta.

;-(

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Palhaça marcante

Você sabe o que é ir apenas uma ou duas vezes em um mesmo lugar e as pessoas já lembrarem da sua cara e até do seu nome? Pois é, isso SEMPRE acontece comigo! E digo mais, nem é legal!

Eu costumo dizer que isso acontece porque tenho um palhaça* marcante. Não, não estou me achando. Até porque ter um rosto memorável não significa que você é a Gisele Bünchen ou o Ronaldinho (Tá bom, eu também não quero ter a cara dele). O significado é só um: as pessoas lembram de você.

No meu trabalho isso até que é bom. Como repórter preciso que as fontes associem a palhaça e a voz e aos textos e me contem TUDO! Mas o outro lado não é lá muito bom.

Por exemplo, todo mundo fazia merda na escola né? Pois é, mas eu era a primeira (e às vezes a única) a levar bronca no bonde da folia (bom esse nome né?) porque as professoras sempre lembraram da minha cara.

Outra. Todo mundo vai pro boteco, mas o garçom só lembra da "moreeena". Pronto, oh a fama de pé de cana! Não que eu não seja, mas convenhamos que não é sonho de consumo de ninguém ser um bêbado famoso.

Sem contar o agravante de que a minha cara não mudou quase nada ao longo da vida. Você não imagina o que é encontrar pessoas que estudaram com você na 3ª série e elas: "Nossa! Você não mudou nada em 20 anos!". Ou seja, todos os chatos que passaram pela minha vida me reconhecem. Saco!

Bom, eu refleti muito e acabei atribuindo isso, em parte, ao fato de eu ser "minoria" desse País. Afinal, somos uma nação formada por descendentes de europeus (né?). Temos aqui levas e levas de filhos e netos de portugueses, italianos, espanhóis, franceses, judeus. Mas africano é mato! Ninguém aqui descende da África, com exceção de uns gatos pingados como meus avós. HAUAHUAHUAHUAHUA

Logo, como temos "pouquíssimos" pretos no Brasil, os poucos que circulam por aí acabam sendo inesquecíveis. Tipo: "Olha! Um negro!"

Eu mereço viu!

*Palhaça: cara, rosto ou face, segundo o Pivo. O mesmo autor da bastoneta nicotinosa. É, ele é bom nisso!

;-)

terça-feira, 22 de maio de 2007

Noite

Tento tragar a noite
Como se fosse mesmo um cigarro
Na ância de fugir dela
A cada gole de fumaça

Abraço a realidade escura com ternura
Mas, ao mesmo tempo, com a repulsa
De quem fecha os olhos pra dormir
Mas não consegue

Vivo conforme o predestinado
Sem saber, se quer, se destino existe
E ainda assim, tento prever o que virá
Em vão

Até que o dia, insistentemente, mata a noite
Trazendo com ele o recomeço
Mas também, mais do mesmo

Só resta-me abraçá-lo
E salpicar em mim mais esperança
Coragem e um pouco de muito medo

Para continuar engolindo a vida,
Tragando a noite e pondo pra fora a cada baforada
Aquilo que odeio..

;-)

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Tadica!

Imagine seus amigos fugindo de você em massa. E você sem entender o porquê.
Não consegue imaginar né? Então assista:



Ô dó!
A piada é muito boa, não resisti!

E para alegrar de vez a sua sexta vai um Chicken Police:

Vai Passar

Mais um texto velho. Tipo quatro anos. De repente senti essa vontade de compartilhar com vocês as velhices... Pelo menos algumas delas... Não sofram, são sentimentos antigos e já superados, mas que, por algum motivo (que desconheço), acho digno...

Segue:


Vai Passar

Porque nada dura para sempre. Nem mesmo o que é bom.
Um dia eu vou rir de tudo isso.
Vou sentir que cresci, que mais uma vez me levantei e fiquei mais forte do que antes.

Por mais que seja difícil interiorizar agora, vai florir de novo e vai ser melhor, maior, mais intenso.
Assim como hoje está bem melhor que ontem.
Essa é a graça e a nossa desgraça.

Vivo cada escolha sem culpa e sem arrependimentos.
Porque a questão não é o certo ou o errado.
É o aprendizado.

A alma cresce experimentando a vida.
Sofrendo, morrendo e renascendo na possibilidade de reinventar amores, dores e pavores.

Porque a capacidade de errar é um dom.
Só os corajosos quebram a cara. Os covardes são fracos demais para se arriscarem. Seja lá com o que for.

Vai passar porque a vida é assim, uma passagem.
E se não tiver risco, não tiver fatos, não tiver tato, ela passa sem sentir.

E para mim, isso já é a morte!


;-)

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Velha infância

Esse post começa com um plágio dos Tribalistas. Aquela fase punk em que Marisa, a Monte, resolveu andar com Brown, o Carlinhos. Mas ok, a gente já superou. E o termo se encaixa. Logo, eu simplesmente plagiei. Sem dó!

Isso porque o post é uma homenagem ao meu fim de semana. Um fim de semana que encontrei meus amigos de infância. Foda!

Faz bem saber que existem no mundo pessoas com as quais eu fico sem falar por um, dois, três anos e quando as encontro é como se nada tivesse mudado desde o ponto em que partimos, um da vida do outro.

É uma sensação de estar em casa. As piadas ainda funcionam, as músicas ainda emocionam e a intimidade é a mesma. Com esses amigos não precisar explicar, justificar ou ter tato.

Os amigos de infância te enxergam através do que você se tornou. Dentista, cientista, jornalista, advogado, publicitário, médico, marido ou esposa. Para eles você continua sendo aquele mesmo bobão. Que tinha medo do mundo, da vida, dos outros. E ainda assim ele te abraça e quer saber de você como se nada nunca os tivesse separado.

Como é boa essa sensação! E é por isso, que sempre andarei quilômetros para vê-los, revê-los e sentir, que por mais que eu tenha crescido ou pense que minha vida tenha mudado, ainda existe no mundo gente que conhece a minha essência.

Essa é pra vocês Companheiras Isoldas e Los amigos!

;-)

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Sensação térmica

Como já disse, a quarta-feira foi tensa. Por isso, decidi que ela merece dois posts pelo preço de um!

Como eu também já disse, a temperatura caiu consideravelmente de ontem pra hoje e trouxe à tona um termo que eu não ouvia desde o último inverno. A tal da sensação térmica.

É assim, o termômetro está marcando 15º, mas a impressão, devido a outros fatores, é de 8º. Frio pacaraleo! E ao prestar atenção nisso, eu percebi que em muitos outros momentos da vida a "sensação térmica" é bem mais punk do que o frio real.

É mais ou menos assim: Algo deu errado e consequentemente, você está sofrendo por isso. Mas na real, o seu sofrimento é bem maior do que o algo em si. Tanto, que quando passa a "sensação térmica" e você olha para o termômetro, vê que nem tava tão frio assim.

As adversidades sempre vão existir na sua vida. E a melhor maneira de lidar com elas é tentando reduzir a "sensação térmica". Mas o problema é que ela existe sim e quando você sente, não alivia saber que o termômetro está marcando pelo menos 7º a mais. Você continua com um puta frio!

O único jeito é se encapotar e esperar passar...

;-)

Eeeee quarta-feira!

Ontem foi um dia tenso para nós moradores de São Paulo. Começamos a maratona com duas coisas na cabeça: a chegada do santo homem (que pra mim nem é tão santo assim e, se pá, nem tão homem, mas ok) e uma chuvinha fina, gélida e infinita.

O mais incrível de se morar aqui é justamente isso, a amplitude das variáveis na sua vida. Na terça tava tudo bem pra quem envelhece na cidade. Fazia um calorzinho bacana e um congestionamento honesto. Tudo super ok.

Mas aí, como uma piada divina (só pode ser né?), o Papa resolve chegar e trazer com ele condenações pré-históricas e uma queda brusca na temperatura do tipo MENOS 10º! Ninguém esperava isso!

Tá, tá, o Papa a gente já esperava sim. Aliás, já nem queríamos que ele viesse mais, pra ser honesta. Mas os 10º graus negativos eu juro que foi supresa! E das ruins! Quem me conhece sabe dessa minha deficiência em relação ao frio.

Agora, só nos resta descer do maleiro os trajes de inverno, os edredons com cheiro de guardado e torcer para que o Chico Bento XVI siga o mais rápido possível para o Aparecida e nos deixe em paz com as várias variáveis que já estamos familiarizados.

;-)

terça-feira, 8 de maio de 2007

Vireeeeiraaaa, Vieeeeeiraaa, Vieeeeeira...Suzana Vieira*

Hoje eu quero falar do Vieirão! Aliás, adoro falar dele. E ele, obviamente, gosta de ser assunto. Porque nunca vi dar tanto material para linguarudos de plantão (como eu).

Tenho uma amiga meio Madre Teresa, metida a diplomata, que adoura falar "Ai, deixa a mulher fazer o que ela quer, ninguém tem nada a ver com a vida dela".

Desculpa! Mas tenho sim!

A partir do momento que se estampa a própria vida na TV, nas capas de revistas e portais na Web o mínimo que se pode esperar é algum tipo de retorno. Seja ele positivo ou negativo.

Isso acontece comigo (e com todo mundo)! A partir do momento que você abre sua vida, se expõe. E acaba dando aos outros o direito de pensarem o que quiser e fazerem julgamentos próprios sobre suas atitudes.

Eu confesso que já melhorei muito, mas ainda tenho uma Suzaninha morando em mim que de vez em quando aparece para dar seu nada discreto alô ao mundo. E depois que a maldita vai embora eu só me arrependo de ter ido parar na capa da Contigo.

Mas o mais importante é não Vieirar de vez e entendender que é melhor não ter pontos expressivos no Ibope do que dar vexame em audiência máxima.

*esse título deve ser entonado ao ritmo de Poeira, do digníssimo Ivetão!

;-)

Oh o vídeo abaixo. Vê se pode? Ai que vergonha!